terça-feira, 21 de maio de 2013

UMA BREVE REFLEXÃO SOBRE O PAPEL DA MULHER NA SOCIEDADE ENQUANTO MÃE.



Fala-se muito, hoje em dia, em mulheres empresárias e mulheres executivas. Mas fala-se muito mais em filhos executores que acabam executados, pela polícia, pelo narcotráfico, pelas gangues, pelos guetos e pelos vales sombrios de um mundo desumano, frio e cruel. Gente traumatizada e famílias esfaceladas. Será que há alguma relação estreita entre uma coisa e outra? Atualmente a mulher vem alcançando posição de destaque e ocupando lugares relevantes no cenário social. Mas alguma coisa parece não estar totalmente correta. A questão é: quem faz o papel da mãe? Quem educa o filho? A babá? Os professores? Pesquisas apontam que crianças que têm aleitamento materno, que são amamentadas no seio pelas mães têm 50% menos probabilidade de desenvolver determinados tipos de doenças que aquelas amamentadas por outros métodos convencionais. Nessa época, ter uma baby-sister para cuidar dos filhos, muita das vezes, é imperioso. A verdade é que, o bem mais precioso que a mãe possui, fica aos cuidados de uma babá. Ninguém pode substituir a mãe na educação do filho. Não basta dar presentes para o filho. Você, como mãe, precisa estar presente no desenvolvimento emocional da criança. Uma mãe vale mais do que dezenas de professores. Só ela é capaz de ensinar os bons modos que o amor constrói. Um bom exemplo é mais importante do que enxurrada de informações e esse investimento na educação significa economia com psicólogos, casas de recuperação, advogados e outros instrumentos usados para amenizar o Deus-nos-acuda da carência materna. A ausência da mãe na educação dos filhos é uma das causas principais da deformação familiar em qualquer época e principalmente nos dias atuais. Nenhuma pessoa pode suprir a mãe na formação do caráter do seu filho, e somente a verdadeira mãe tem as condições de compensar o amor e a firmeza, na medida certa. Esse vazio da mãe no lar vem causando uma profunda crise de identidade nas crianças. A mãe é um modelo que estabelece um padrão centrado em princípios, para que seu filho possa imitar. A brecha causada pela falta da mãe no desenvolvimento da criança é um drama que tem proporções de tragédia. Quando falta o modelo da mãe na casa, a criança fica sem um paradigma. A harmonia do lar comumente cruza pela estrada de uma mãe que tem a cabeça arejada e o coração aquecido. Um pouco de bom senso, um pouco de tolerância e um pouco de bom humor, e você não imagina como poderia tornar agradável a sua permanência neste planeta e como tornaria mais feliz o relacionamento com os outros. O modelo de mãe nos moldes bíblicos encontra-se na UTI, em estado terminal. Muitas mulheres estão mais preocupadas com o sucesso profissional, do que a sua missão de mãe. Porém, vale a pena tentar reanimá-lo, pois não há incumbência mais significativa do que criar filhos, já que as mães têm nas mãos hoje, o destino do futuro do mundo. O salário de uma mãe é o privilégio inexprimível de criar o filho para a glória de Deus, cultivando um afeto profundo com a família, por meio da saúde emocional favorecida pelo amor integral, e transformando-o num instrumento de bênção na sociedade. Pena é, que este modelo está sendo aniquilado. Deus, salve as mães!
Pr. Nilton Severiano de Oliveira