sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

COMO MORTIFICAR O PECADO?

O cultivo de novos hábitos de piedade, combinados com o extermínio dos velhos hábitos pecaminosos do nosso comportamento, tem tudo que ver com a mortificação. É uma luta constante que acontece dentro do crente. Embora devêssemos esperar o triunfo sobre o pecado para estarmos sempre crescendo, antes da glorificação esse processo de mortificação nunca poderá ser totalmente completado. Permanecemos perpetuamente comprometidos com essa tarefa. Devemos ver o pecado como um inimigo declarado, e nos comprometermos a bani-lo onde quer que esteja e em qualquer ocasião que levante sua cabeça. JOHN MAC ARTHUR.

POR QUE PECAMOS?

Por que pecamos? Porque o princípio corrupto da carne permanece em nós. E é isso que nos conduz à desobediência. É claro que somos responsáveis pelos nossos pecados. Porém quando pecamos, não é mais por causa do que somos, é por causa das leis carnais inflexíveis que permanecem em nós e exercem uma contínua influência até que sejamos transformados para a glória celestial. Como Paulo diz: "Então, ao querer fazer o bem, encontro a lei de que o mal reside em mim" (Rm 7.21). Tanto a Bíblia como a experiência provam que todos os cristãos lutam contra a fraqueza pecaminosa e as tendências carnais ao longo da vida. A tirania absoluta do pecado foi quebrada, fomos libertos de suas garras. Mas ainda sucumbimos às tentações do pecado; carregamos nossa própria carne - o princípio do pecado que permanece em nós ("o corpo desta morte" — Rm 7.24) — como grilhões. Nós somos novas criaturas por inteiro, redimidas e capacitadas pelo Espírito Santo, cheias de toda a plenitude de Deus - mas ainda presas a uma carne pecaminosa. "E não somente ela, mas também nós, que temos as primícias do Espírito, igualmente gememos em nosso íntimo, aguardando a adoção de filhos, a redenção do nosso corpo" (Rm 8.23). JOHN MAC ARTHUR.

VITÓRIA SOBRE O PECADO.

Atentem ao que eu digo, o poder dessa hostilidade predominante deve ser tirado, apesar da essência deste sentimento nunca ser totalmente removida até curvarmos definitivamente nossas cabeças e rendermos o espírito. O apóstolo Paulo, de maneira iniludível ao falar de si mesmo, e não se referindo ao tempo em que era um fariseu, mas já como um verdadeiro cristão, lamenta que, quando queria fazer o bem, o mal estava presente com ele, não tendo domínio sobre ele, porém, se opondo e resistindo às suas boas intenções e, assim, ele não podia fazer as coisas que queria, ou seja, na perfeição que o novo homem desejava. Isto é o que ele chama “o pecado habitando nele” E é a isto que se refere Fronhma sarko (usando as palavras do 9.º artigo de nossa igreja1): “da carne, uns apresentam sabedoria, alguns, sensualidade, outros, fortes desejos, que ainda permanecem, sim, naqueles que são os regenerados”. Porém, esse poder é destruído em cada alma que é verdadeiramente nascida de Deus, e vai ficando gradualmente mais e mais enfraquecido na medida em que o crente cresce em graça e o Espírito de Deus vai tendo ascendência cada vez maior sobre o seu coração. GEORGE WHITEFIELD.