quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

A FAZENDA: O SANTO E O PROFANO NA ROÇA.

Assistindo o telejornal na hora do almoço, ao mudar de canal, notei uma cena na Rede Record que me deixou um tanto pasmado! No programa “Hoje em Dia” Regis Danese cantando sua música (Como Zaqueu) com um coral nada santo – a Trupe do reality show “A Fazenda”. Foi muito engraçado ver aqueles artistas usando toda a sua capacidade de hipocrisia pra cantar frases com – “me ensina a ter santidade”. Não sei o porquê daquilo – se era pra agradar o bispo – já que emissora é dele – ou se era pra fazer tipo de boa gente. Alguém pode até conjecturar que isso é uma benção e que Deus está sendo louvado. Entretanto, a verdade é que isso é horrível e serve mais de profanação do sagrado que de louvor ao Deus vivo. Aqueles mesmos artistas são protagonistas de: Revistas Pornográficas, de Filmes Eróticos e de cenas nada ortodoxas em nossa sociedade. Eles não estavam cantando por acreditarem naquilo, mas por acharem a música bonita e nada mais. Como sei? Porque Jesus ensinou como julgar esse tipo de situação: “Pelos seus frutos os conhecereis” (Mt 7.16). O que quero externar aqui é que no Brasil está ocorrendo uma atividade sinistra, onde o santo e profano estão perdendo a referência e se misturando de maneira intrínseca no consciente coletivo das pessoas. “Quando, pois, virdes estar no lugar santo a abominação de desolação...” (Mt 24.15) Todos sabem que o brasileiro, inclusive na cosmovisão de outros países, é conhecido pelo seu jeitinho – Ou seja, é conhecido pela sua pouca moralidade. O que observamos é hediondo, pois se o senso de moralidade for pervertido não restará muita coisa pra se fazer nesse país. Até na parada GAY músicas do gospel estão sendo cantadas, boates tocam hits do gospel e o inferno e o céu andam de mãos dadas em nossa sociedade. A Igreja é desafiada e os profetas se calam diante desse show de horrores promovidos por lobos transvertidos de ovelhas. Também o que se pode esperar de uma nação onde os políticos são corruptos com altivez? O que se pode esperar de uma igreja em que os clérigos roubam e quando são acusados dizem que estão sendo perseguidos por causa do evangelho? O que se pode esperar do Brasil onde se tem uma comunidade evangélica sem sabor e sem mudança de vida? Acredito que se os servos de Deus, que servem a Deus de verdade, não orarem com fervor por esta nação brasileira, a casa de Davi nunca será estabelecida. Se os profetas de Deus se omitirem nesse momento delicado, o Brasil entrará em uma rota de aniquilamento espiritual que não terá como ser revertida. Por isso, oremos! Autor: Pr João Flávio Martinez. É fundador do CACP, graduado em história e professor de religiões.

A RECEITA DA PROSPERIDADE.

A vida pode ser comparada a uma caminhada de maratona, por isso, o segredo do sucesso é a constância de propósito. Não é possível alcançar a fita de chegada se não houver uma determinação persistente em atingir o objetivo. Todo êxito se apoia na tenacidade. Há um provérbio antigo que sustenta: não é batendo com uma esponja que conseguiremos pregar um prego na parede. Todo sucesso, neste mundo, exige uma dose suficiente de esforço, para chegar ao seu auge, mas necessita de uma dose dobrada de perseverança. As grandes obras são executadas não tanto pela força, mas, principalmente pela perseverança. A prosperidade espiritual começa pela firmeza na meditação da Palavra. Antes de partirmos para os projetos de fé, precisamos conhecer os princípios de Deus que controlam os mecanismos do sucesso. Deus tem suas próprias regras que estabelecem as causas do progresso e promovem o incentivo de todo desenvolvimento. Sem os equipamentos da confiança profunda nos propósitos divinos, fica muito complicado a plena prosperidade. Nos tempos de crise, mais do que nunca, é imperioso o aprofundamento na meditação da Palavra, a fim de atingir às vertentes que suprem todas as nossas reais necessidades. Só quem cava fundo pode alcançar os lençóis abundantes. Se você comer de pé fará má digestão. Sente-se. Se você pensar correndo, fará má reflexão. Sente-se. Quanto mais meditamos na Palavra de Deus, mais condições temos de sentar na cadeira do êxito completo. Quanto maior for a pressão do horário e as exigências do mercado, procure ter mais tempo na presença de Deus, em comunhão com sua Palavra. Aqueles que conhecem os detalhes da intimidade serão aquinhoados com as confissões especiais. O segredo do Senhor é para os que o temem; ele lhes fará saber a sua aliança. Salmo 25:14. Uma vez consciente da importância da meditação na Palavra de Deus, precisamos saber controlar a nossa própria palavra. Pouca gente sabe, de fato, o valor da linguagem no contexto emocional. Muitas vezes o nosso fracasso é conseqüência fatal de nosso discurso capenga. Uma língua descontrolada e pessimista leva com assiduidade o seu dono a situações de aperto. Não é preciso nenhum empurrão quando escorregamos no lodo da saliva. A censura e as reclamações são negócios que podem ser mantidos com muito pouco capital. As lamúrias e murmurações freqüentemente conduzem ao desânimo. Muitos desastres vieram no bafo das palavras derrotistas e da lengalenga vitimada. Nada é tão aberto para o engano como a boca. A falta de um palavreado apropriado constitui numa receita sutil para a frustração. Os tropeços mais sérios com relação ao sucesso, sempre acontecem em razão deste dialeto deformado da choradeira. Por este motivo o Senhor mostrou a Josué a indispensabilidade de falar segundo o jargão dos céus: Não se aparte da tua boca o livro desta lei. O idioma da Bíblia cria um estilo de resultados favoráveis, pois as palavras são o conteúdo da mente. Quando conversamos na língua do reino de Deus com o sotaque celestial somos impregnados de uma atitude confiante e movidos por uma esperança indestrutível. A certeza da esperança é mais que vida. É saúde, força, poder, vigor, atividade, energia, coragem, beleza. Quem fala com a esperança das Escrituras, fala com a certeza da realização. Se a meditação contínua da Palavra de Deus e a expressão consolidada desta linguagem são de importância vital para o sucesso, não podemos, entretanto, olvidar o significado persistente da transpiração. A ampla competência somada ao desempenho responsável resultam sempre em celebração vitoriosa. Alguém já assinalou que o dicionário é o único lugar onde você encontrará sucesso antes de trabalho. Uma vida próspera é uma vida de realizações marcantes, e estas não surgem sem as evidências da capacidade, constância, dedicação e trabalho árduo. E o trabalho deve ser um prazer e não um castigo; um desafio e não uma obrigação; uma bênção e não um aborrecimento. Prosperidade sem trabalho é uma alternativa passageira. Aqueles que foram bafejados por algum incidente da sorte, se não trabalharem com sabedoria, servirão de exemplo aos efeitos da negligência. Se queremos gozar uma vida progressista temos que assumir uma postura executiva. Como ensinava Sócrates: Não é ocioso somente quem não faz nada, mas também quem poderia ser mais bem aproveitado. Na verdade, há muita gente que não progride porque usa desordenadamente o seu tempo. Sub-utilização da agenda é prejuízo irreparável. Desperdiçar tempo é esbanjar oportunidades. Em vez de permitir que um bando de tarefas arruaceiras me cerquem e me pisoteiem até à morte, eu as organizo em um único arquivo e as realizo uma de cada vez, ensinava Don Mallough. Não é bom tentar matar o seu tempo, pois certamente ele porá a última pá de terra em cima de suas expectativas. Por outro lado, há uma grande necessidade de encarar os perigos da prosperidade. As pessoas que alcançaram os graus mais elevados de uma vida bem sucedida, correm muito mais risco de serem escravizadas pelos sentimentos de soberba orgulhosa, do que aquelas que ainda lutam com suas deficiências de organização. Há menos pessoas que sobrevivem ao teste da prosperidade do que às pressões da pobreza. Por isso, é conveniente buscar a vida venturosa sob os auspícios da humildade cristã. Nunca use os privilégios da situação afortunada para propagar a excelência de sua personalidade espiritual. Não faça do êxito uma farda de distinção, nem censure os outros em razão de seus fiascos. Se há um terreno em que a prosperidade é sempre lucrativa é no âmbito do amor, pois a sua abundância em nós, se constitui na melhor expressão de servir aos menos favorecidos, com as riquezas de nossa prosperidade. Com toda certeza, podemos asseverar que só é próspero quem se preocupa com a prosperidade completa dos outros, uma vez que o amor cristão não é vítima de nossas emoções, mas servo de nossa vontade. Amado, acima de tudo, faço votos por tua prosperidade e saúde, assim como é próspera a tua alma. 3João 2. Somente as almas prósperas investem profundamente na prosperidade dos outros, se alegrando quando estes alcançam o maior degrau nesta escalada. Guardai as palavras desta aliança, e cumpri-as para que prospereis em tudo quanto fizerdes. Deuteronômio 29:9. Autor: Pr Glenio Fonseca Paranaguá. www.assbetel.com.br

ORAÇÃO DE UM PROFETA MENOS.

Esta oração é pronunciada por um homem chamado a ser testemunha ante as nações, e foram estas as palavras que disse ao seu Senhor no dia em que foi ordenado. Depois de os anciãos e ministros terem orado e pousado sobre ele as suas mãos, retirou-se para estar a sós com o seu Salvador, no silêncio, mais além do que os seus irmãos bem intencionados o podiam levar. E disse: Senhor, escutei a tua voz e tive medo. Chamaste-me a uma tarefa solene numa hora grave e perigosa. Em breve abalarás todas as nações, a terra e também o céu, para que fique só aquilo que é inabalável. Senhor, nosso Senhor, aprouve-Te honrar-me chamando-me a ser teu servo. Só aceita esta honra aquele que é chamado a ser teu servo, visto ter de ministrar junto àqueles que são obstinados de coração e duros de ouvido. Eles Te rejeitaram, a Ti, que és o Amo, e não posso esperar que me recebam a mim, que sou o servo. Meu Deus, não vou perder tempo a deplorar a minha fraqueza ou a minha incapacidade para o trabalho. A responsabilidade é tua, não minha, pois disseste: “Conheci-te, ordenei- te, santifiquei-te”, e também: “Irás a todos aqueles a quem Eu te enviar, e falarás tudo aquilo que Eu te ordenar”. Quem sou eu para argumentar contigo ou para pôr em dúvida a tua escolha soberana? A decisão não é minha, mas sim tua. Assim seja, Senhor; cumpra-se a tua vontade e não a minha. Bem sei, Deus dos profetas e dos apóstolos, que, enquanto eu Te honrar, Tu me honrarás a mim. Ajuda-me, portanto, a fazer este voto solene de Te honrar em toda a minha vida e trabalho futuros, quer ganhando quer perdendo, na vida ou na morte, e a manter intacto esse voto enquanto eu viver. É tempo, ó Deus, de agires, pois o inimigo entrou nos teus pastos e as ovelhas são dilaceradas e dispersas. Abundam também falsos pastores que negam o perigo e se riem das ameaças que rodeiam o teu rebanho. As ovelhas são enganadas por estes mercenários e seguem-nos com fidelidade, enquanto o lobo se acerca para matar e destruir. Imploro-Te que me dês olhos bem abertos para descobrir a presença do inimigo; que me dês compreensão para distinguir entre o falso e o verdadeiro amigo. Dá-me visão para ver e coragem para declarar fielmente o que vejo. Torna a minha voz tão parecida com a tua que até as ovelhas doentes a reconheçam e Te sigam. Senhor Jesus, aproximo-me de Ti em busca de preparação espiritual. Pousa a tua mão sobre mim. Unge-me com o óleo do profeta do Novo Testamento. Impede que eu me transforme num religioso e perca assim a minha vocação profética. Salva-me da maldimais deve ser capaz de dizer: A tua palavra é lâmpada que ilumina os meus passos e luz que clareia o meu caminho Salmos 119: 105 Autor: A.W.Pink www.assbetel.com.br

A DOR ADORMECIDA.

E, quando estiverdes orando, se tendes alguma coisa contra alguém, perdoai, para que vosso Pai celestial vos perdoe as vossas ofensas. Marcos 11:25. Já vimos, em outra ocasião, que ninguém, no jogo desta vida, vive sem cotoveladas. Nestes estudos sobre a anistia, já constatamos também que é impossível um convívio normal isento de feridas e contusões. Todos nós, em algum momento de nossa existência, acabamos trombando com alguém ou recebendo alguma trombada que machuca e deixa sequelas graves. Tanto o que bate como o que apanha, de alguma maneira, termina sofrendo certas dores em razão dos esbarrões. As relações, daí para frente, não ficam à vontade. Há sempre uma ponta de desconforto por detrás dos bastidores e uma dor importuna, que pode até ficar adormecida nas entranhas, mas continua irritando os tecidos emocionais. A história da humanidade é uma crônica escrita com as dores agudas da alma, que evoluem lentamente até se tornarem em dores crônicas e difíceis de serem curadas. As pessoas que foram contundidas e não receberam o tratamento gracioso da cruz de Cristo, costumam ficar amarguradas no íntimo, embora a maioria se apresente muito bem na fotografia. Parece que neste texto de Marcos, Jesus está mexendo exatamente nessas feridas crônicas, aparentemente camufladas com a arte do faz de conta. Tudo parece muito bem, contudo a inflamação se dissemina sorrateiramente por baixo dos panos. O contexto deste assunto em pauta começou com a maldição de uma figueira mentirosa. Jesus se aproxima de uma planta em busca de frutos. E, vendo de longe uma figueira com folhas, foi ver se nela, porventura, acharia alguma coisa. Aproximando-se dela, nada achou, senão folhas; porque não era tempo de figos. Marcos 11:13. Diante desta improdutividade da figueira, Jesus nos surpreende amaldiçoando-a. Este episódio é, no mínimo, muito curioso. Se não era a época certa da frutificação, por que Jesus acabou por condenar aquela planta à morte? Que radicalismo é este, Senhor? Parece um grande absurdo ou total incoerência da parte do Criador do universo. Não há, na verdade, nenhum exagero por aqui. Jesus não foi cruel com a planta. A árvore apenas estava fingindo. No Oriente Médio, a figueira quando tem folhas, necessariamente tem frutos. Se aquela planta tinha folhagem e não tinha frutos é porque havia alguma anomalia entre os seus galhos. Neste caso, a figueira era apenas uma grande farsa no pomar. Ela estava realmente demonstrando algo falso com a sua aparência. Esta figueira infrutífera era uma representação patente do povo de Israel que estava vivendo uma grande mentira sistemática. Ele se identificava como sendo o povo de Deus, mas não dava os frutos divinos em seu modo de vida. Como pode um filho do Deus perdoador não perdoar as pessoas que o magoa, assim como o seu Pai, que sempre perdoa? Quando os discípulos viram que a figueira que Jesus amaldiçoara, havia secado desde a raiz, ficaram perplexos. Então, Jesus inicia um ensino da fé que move montanhas e da oração pela fé, que deve ser tratada concomitantemente com o perdão pessoal, em consequência das raízes da amargura que permanecem no íntimo, ainda que, como uma dor adormecida. Jesus foi enfático: quando estiverdes orando, se tendes alguma coisa conta alguém, perdoai. O imperativo aqui implica numa categórica ordem aos seus filhos que estiverem orando, bem como, numa subvenção graciosa, garantida pela soberania divina. Deus Pai não daria esta ordem aos seus filhos, sem antes prover generosamente todas as condições necessárias para o perdão. Uma vez feitos filhos de Deus, pela graça, também fomos habilitados pela vida de Cristo para perdoar aos nossos ofensores, como o Pai nos tem perdoado. A questão agora fica assim definida: quem é filho de Deus já foi perdoado por Deus e se tornou, mediante o novo nascimento, num perdoador por natureza. Como filhos de Abba, todos estamos habilitados a perdoar assim como ele nos tem perdoado. Por isso o imperativo: perdoai, para que vosso Pai celestial vos perdoe as vossas ofensas. Esta ordem é somente para os filhos do Pai celestial. Os pais só devem requerer obediência de seus filhos. Deus não ordenaria aos filhos do Maligno que perdoassem. Este mandamento é apenas para os seus filhos legítimos, que estão capacitados a perdoar com o perdão que Ele mesmo lhes tem doado gratuitamente. (Porém, perdoar não significa convivência forçosa com o ofensor). Ora, se sou filho de Deus, e vivo neste mundo de trombadas, estou sujeito às contusões diárias, mas, também, estou equipado, pela vida de Cristo, que habita em meu ser, a perdoar aos meus agressores, assim como Ele me perdoou; embora, o perdão não me coaja a coexistir com eles. Muitos discípulos de Cristo ainda vivem sob a custódia de alguns sentimentos doloridos do seu passado. Eles já foram perdoados total e cabalmente pela graça, mas continuam cultivando emoções dolorosas nos canteiros subterrâneos de suas almas ressentidas. Creio até que sejam salvos, mas ainda vivem melindrosos e malacafentos, cultuando os seus melindres e bochechando a raiz de amargura como se fosse um xarope para curar a sua dor de cotovelo. O perdão é a única alternativa para a saúde emocional dos salvos. Não existe outra opção para os filhos de Deus, senão perdoar. Foi numa encruzilhada dessas que os discípulos de Jesus quiseram saber até quantas vezes seria admissível perdoar alguém. A cultura rabínica sugeria que até três vezes seria aceitável. Além disso, era falta de vergonha ou “o sangue seria de barata”. Pedro, em seus exageros clássicos, oferece uma cifra elevada de sete vezes. Porém, Jesus nos espanta com um número estratosférico retirado dos anais históricos. O Senhor Jesus nos assegura que devemos perdoar 70 x 7 = 490 vezes. Este produto foi retirado da proposta de um humanista inveterado de nome Lameque, descendente de Caim, depois de ele haver ferido e matado pessoas por agressões insignificantes. (Gênesis 4:23-24) O número sete, apresentado por Pedro, era a cobertura de perdão oferecida por Deus a Caim quando matou o seu irmão Abel. Mas Lameque não aceitou esta proteção e requereu um alvará de soltura bem mais abrangente. Ele queria que o seu pecado fosse perdoado por 490 gerações. Este número é, pois, a resposta de Jesus ao requerimento de Lameque. O que Jesus estava propondo era uma disposição inflexível e permanente em perdoar. A questão aqui não é de álgebra ou aritmética. Jesus não estava dando aula de matemática, mas de saúde psíquica e libertação espiritual. Se você e eu não perdoarmos aos nossos ofensores realmente, nós nos tornaremos prisioneiros perpétuos de um ódio camuflado. A prisão de segurança máxima, impossível de se empreender uma fuga, é aquela construída com as grades invisíveis do ódio. Como dizia o Cardeal parisiense do século XVII, François Fenelon, "quem tem mil amigos, nem sempre os encontra; quem tem um inimigo, encontra-o em toda parte". Este inimigo, com certeza, vive escondido debaixo dos nossos próprios trajes. Para onde você for o inimigo vai junto, mas sem passagem, nem passaporte. Se você for ao restaurante, ele vai com você e come junto, mas só você paga a conta e ele ainda regurgita em seu prato. A dor adormecida no íntimo é uma dor sufocante e atormentadora. Como disse Brennan Manning, citando o seu amigo Robert Rohr, "quem não aprende a transformar a dor, acaba passando adiante", ou seja, a dor e a vergonha que não são tratadas acabam sendo repassadas para a geração seguinte. Isto é: se não perdoarmos de fato, o feto já vem sofrendo em seu íntimo com a nossa amargura adormecida. A questão básica é como tratá-la. Para mim, só há um remédio à vista: a cruz de Cristo Jesus. Para podermos perdoar de verdade precisamos morrer juntamente com Cristo na cruz e recebermos a vida da ressurreição como a única capaz de perdoar completamente. E, quando estiverdes orando, se tendes alguma coisa contra alguém, perdoai, para que vosso Pai celestial vos perdoe as vossas ofensas. Marcos 11:25. Esta é uma ordem de Pai para filho. Como já disse anteriormente, Abba não requer obediência dos filhos do Diabo. Se você não for um filho de Deus, você nada tem a ver com este mandamento. Mas, se for um dos seus filhos tem tudo a ver, e não tem opção: ou perdoa ou perdoa. Este perdão não é quando a outra pessoa tem alguma coisa contra você. Neste caso, o procedimento é o seguinte: Se, pois, ao trazeres ao altar a tua oferta, ali te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa perante o altar a tua oferta, vai primeiro reconciliar-te com teu irmão; e, então, voltando, faze a tua oferta. Mateus 5:23-24. Quando o seu irmão estiver embirrado com você, por alguma coisa que você tenha feito, a alternativa é buscar a reconciliação com ele. Se, contudo, ele não quiser se reconciliar com você, então o entregue ao Senhor e espere o tempo da graça em sua própria vida. Porém, se é você que está magoado com a pessoa que o ofendeu, a ordem do Pai é: perdoa. Neste caso, o perdão envolve a cifra de 490 vezes ao dia, pela mesma falta. Se você e eu não perdoarmos de verdade, por mais grave que seja a ofensa, fica claro que não somos filhos de Deus. Além disso, vamos apodrecendo vagarosamente em nossas entranhas emocionais, nesta vida, aguardando o tempo em que arderemos no tártaro, na vida futura. Isto não é ameaça tola, nem argumento para constranger os covardes. É apenas a constatação dos fatos bíblicos. Quem não perdoa de fato é escravo dos piores sentimentos, o ódio; e vítima do mais severo dos déspotas, o seu próprio ego ferido. Enquanto o perdoador vive de férias no palácio do amor incondicional, o amargurado vegeta na masmorra da murmuração, sorvendo o fel do seu próprio ressentimento e envenenando quem se aproximar do seu quintal de espinhos. Filho querido de Abba, observe! E, quando estiverdes orando, se tendes alguma coisa contra alguém, perdoai, para que vosso Pai celestial vos perdoe as vossas ofensas. Marcos 11:25. Autor: Pr Glenio Fonseca Paranaguá. www.palavradacruz.com.br

domingo, 12 de fevereiro de 2012

AMIGOS DE DEUS INIMIGOS DO MUNDO.

Infiéis, não compreendeis que a amizade do mundo é inimiga de Deus? Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus. Tiago 4:4. Um dos melhores meios de perder amigos e ser rejeitado é andar sempre com Deus. Tire os olhos das coisas deste mundo e de repente você é visto como um religioso fanático! Está a caminho da pior rejeição de sua existência. Talvez quando você era morno, quando parecia ser piedoso, mas sem a vida de Cristo, e quando não era nem excessivamente pecador, nem santo você não constituía problema para ninguém, nem mesmo para o diabo. As coisas eram tranqüilas; você era aceito na igreja e também no mundo. Era apenas um dos muitos “crentes” de coração dividido. Mas houve um dia em que os seus olhos foram abertos e voce pode crer de fato em sua morte e ressurreição com Cristo. Com isso, em vez de seus amigos regozijarem-se ou entenderem, eles pensam que você está ficando maluco! Você é ridicularizado, escarnecido, chamado de fanático. Lembre-se irmão que Jesus nos avisou: Se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu; como, todavia, não sois do mundo, pelo contrário, dele vos escolhi, por isso, o mundo vos odeia. João 15:19. Mostre-me um cristão que aprendeu tanto a amar quanto a praticar a verdade, e eu lhe mostrarei alguém que será rejeitado por toda uma igreja morna. Desista do mundo e o mundo desistirá de você. Jesus contava com muitos seguidores, até que a palavra que Ele pregava foi percebida como dura demais e exigente demais. A multidão de adeptos de milagres ouviu as reivindicações que Ele fazia e o abandonou dizendo: “Duro demais! Quem pode recebê-la?” Jesus voltou-se para os doze e perguntou-lhes: “Querem vocês também retirar-se?” Ou, “Minha palavra é dura demais para vocês também?” Pedro respondeu: Senhor, para quem iremos? Tu tens as palavras da vida eterna; João 6:68b. Não, Pedro e os onze não se retirariam porque a palavra que as pessoas diziam que era dura demais, exigente demais, era a Palavra que eles amavam, ela estava produzindo neles valores eternos. Eles ficariam com a verdade, não importava o preço. Este é o problema que cada cristão enfrenta nestes últimos dias. Desviar-se-á você da verdade que o condena, verdade que aponta seu pecado, verdade que remove, corrige e faz seus ídolos irem pelos ares? Verdade que o chama para tirar os olhos das coisas deste mundo, do eu e do materialismo? Ou você se desviará para a pregação que faz cócegas no ouvido? Ela, sim, é branda, suave, pregação de que tudo vai bem. Será que você permitirá que o Espírito Santo o sonde? Que o exponha? Pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos; e se recusarão a dar ouvidos à verdade, entregando-se às fábulas. 2 Timóteo 4:3-4. Irmãos a verdade liberta mesmo. Liberta da pregação morta, liberta de pastores mortos, liberta da tradição morta, liberta de doutrinas de demônios. Liberta de companheirismos que rejeitam a verdade porque ela é por demais “desamorosa”, conforme dizem. Os que amam e praticam a verdade desejam vir para a luz, ter exposta cada ação secreta. Jesus disse em João 3:20-21 Pois todo aquele que pratica o mal aborrece a luz e não se chega para a luz, a fim de não serem argüidas as suas obras. Quem pratica a verdade aproxima-se da luz, a fim de que as suas obras sejam manifestas, porque feitas em Deus. A verdade autêntica sempre traz à luz tudo o que é oculto. Quando Jesus começou a jorrar luz sobre os pecados ocultos dos judeus religiosos, eles procuraram matá-lo. João 8:37 Bem sei que sois descendência de Abraão; contudo, procurais matar-me, porque a minha palavra não está em vós. Eles queriam matar a Jesus porque a Palavra de Deus encontrava resistência em seus corações, ou seja, não penetravam neles. Seus corações estavam endurecidos pelo próporio engano do seus corações. Por isso queriam matar a Jesus. Mas aquele que é de Deus tem prazer em ouvir a Palavra. Quem é de Deus ouve as palavras de Deus; por isso, não me dais ouvidos, porque não sois de Deus. João 8:47. Existem, hoje, infelizmente, multidões de crentes que não amam a Verdade e também não tem prazer de se reunir como igreja do Senhor. São pessoas desobedientes a Verdade revelada. Há um descontentamento no coração do daqueles que ainda não experimentaram uma real regeneração. Estas pessoas comprometidas com o seu modo de pensar estão sendo enganadas de modo horrível. Como os judeus dos dias de Jesus, eles estão convencidos de que vêem. Crêem que são filhos de Deus, e rejeitam ferozmente toda e qualquer palavra que exponha seus segredos e luxúrias mais íntimos. Por certo existe algo em seus corações diferente da Verdade. Será que esses “crentes” tem a mente de Cristo? Vejamos o texto em Filipenses 2:2 Completai a minha alegria, de modo que penseis a mesma coisa, tenhais o mesmo amor, sejais unidos de alma, tendo o mesmo sentimento. Mas como Jesus estava neste mundo, assim estamos nós! Se eles o perseguiram e afrontaram, farão o mesmo com todos os que morrem para si mesmos. Quem afrontou a Cristo? Quem amontoou confusão sobre seu rosto e rejeitou seu nome como imundícia? A multidão de igrejas centradas no homem! Se você tenciona percorrer todo o caminho com Cristo, convém que esteja preparado para suportar as afrontas que Jesus suportou! Pois tenho suportado afrontas por amor de ti, e o rosto se me encobre de vexame. Tornei-me estranho a meus irmãos e desconhecido aos filhos de minha mãe. Salmos 69:7-8. Nós precisamos de rogar a Deus que nos revele Seu Filho e a obra da cruz como uma realidade espirtual em nossas vidas. Pois somente a revelação da cruz de Cristo traz para nós a descoberta do fato que, por meio dela, tudo o que pertence ao mundo está sob setença de morte. Continuamos, ainda, a viver no mundo e a usar as coisas do mundo, mas não podemos construir nada para o futuro com tais coisas, pois a cruz destruiu todas as nossas esperanças que tinhamos deste mundo. A cruz de nosso Senhor Jesus, podemos de fato dizer, arruinou todas as nossas perspectivas no mundo; não há nada pelo que viver aqui. Não há caminho verdadeiro para nos salvar do mundo que não comece por tal revelação. Precisamos apenas escapar do mundo, fugindo dele, para descobrir quanto o amamos e quanto ele nos ama. Podemos fugir para algum lugar onde evitaremos, mas, certamente, ele nos seguirá. É somente quando perdemos todo o nosso interesse pelo mundo, que ele perderá o seu dominio sobre nós. É assim que compreendemos que o mundo está condenado. Saber disso é romper automaticamente com toda a economia de satanás. O mundo jaz no Maligno. Mas o filhos de Deus morreram para o mundo na cruz em Cristo. Temos uma glória neste mundo que é a cruz. Mas longe esteja de mim gloriar-me, senão na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim, e eu, para o mundo. Gálatas 6:14. O nosso grande problema é que muitas vezes ficamos tão acostumados com a mensagem da cruz, tão familiarizados com a cruz que tendemos a buscar “novidades” na nova cruz que tem sido pregada por este mundo a fora. A cruz tem que estar sempre bem fresquinha em nossa mente e em nosso coração, caso conrtrário, podemos aceitar a mensagem da nova cruz. A.W. Tozer trando deste assunto da velha e nova cruz ele disse: “A velha cruz é um símbolo da morte. Ela representa o fim repentino e violento de um ser humano. O homem, na época romana, que tomou a sua cruz e seguiu pela estrada já se despedira de seus amigos. Ele não mais voltaria. Estava indo para seu fim. A cruz não fazia acordos, não modificava nem poupava nada; ela acabava completamente com o homem, de uma vez por todas. Não tentava manter bons termos com sua vítima. Golpeava-a cruel e duramente e quando terminava seu trabalho o homem já não existia”. Para nós não é diferente. Leiamos 2 Timóteo 2:11 Fiel é esta palavra: Se já morremos com ele, também viveremos com ele. Irmãos Deus está edificando sua Igreja para consumação do reino universal de Jesus. Por outro lado, Satanás está edificando o sistema mundano para seu ápice no reino do Anticristo. Quando nos deparamos com a escolha de caminhos, a questão não é: Isto é bom ou mau? É útil ou nocivo? Não; a pergunta deve ser: Isto é do mundo ou de Deus? Uma vez que só há este conflito no universo, portanto não amemos o mundo. Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele. 1 João 2:15. Amém. Autor: Pastor Claudio A Morandi.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

O VERDADEIRO ARREPENDIMENTO.

E que vos parece? Um homem tinha dois filhos. Chegando-se ao primeiro, disse: Filho, vai hoje trabalhar na vinha. Ele respondeu: Sim, senhor; porém não foi. Dirigindo-se ao segundo, disse-lhe a mesma coisa. Mas este respondeu: Não quero; depois, arrependido, foi. Mateus 21:28-30. A palavra “metanóia” aparece 34 vezes no novo Testamento e é normalmente traduzida por arrependimento. A palavra metanóia é formada pela união de duas palavras gregas: a palavra “nóia”, que significa o conjunto de valores, pensamentos, compreensão, entendimento e a preposição grega “meta”, que significa mudança. A palavra traduzida por arrependimento significa mudança, transformação ou troca de conjunto de valores e pensamentos, mudanças da compreensão e entendimento de algo. Arrependimento significa a decisão de mudança total de atitude e de vida, em que a pessoa, por ação divina, é levada a reconhecer o seu pecado e a sentir tristeza por ele, decidindo-se abandoná-lo, baseando sua confiança em Deus, que perdoa. Porque a tristeza segundo Deus produz arrependimento para a salvação, que a ninguém traz pesar; mas a tristeza do mundo produz morte. 2 Coríntios 7:10. Então fica claro para nós que “metanóia” significa arrependimento e arrependimento significa mudança de mente. Diante disso precisamos fazer uma pergunta e tentar responde-la: o que nos conduz ao arrependimento? É somente quando recebemos um chamado eficaz. Mas isso não basta. Precisamos analisá-lo ainda mais. Então a pergunta é: o que produz arrependimento em nós? A Bíblia nos dá a resposta dizendo que é a bendita graça. Arrependimento é um dom de Deus que conduz a uma atividade por parte de homens e mulheres. Vamos entender isto lendo em Zacarias 12:10b. Derramarei o espírito da graça e de súplicas; olharão para aquele a quem traspassaram; pranteá-lo-ão como quem pranteia por um unigênito e chorarão por ele como se chora amargamente pelo primogênito. Irmãos sem a graça e a súplica não é possível que haja arrependimento. Vamos dar uma olhada agora no novo Testamento. O apóstolo Pedro diz em Atos 5:30-31 O Deus de nossos pais ressuscitou a Jesus, a quem vós matastes, pendurando-o num madeiro. Deus, porém, com a sua destra, o exaltou a Príncipe e Salvador, a fim de conceder a Israel o arrependimento e a remissão de pecados. Vocês já descobriram na Palavra que Cristo tanto dá completo arrependimento quanto concede o perdão de pecados? Vamos ler mais um texto em Atos 11:18 E, ouvindo eles estas coisas, apaziguaram-se e glorificaram a Deus, dizendo: Logo, também aos gentios foi por Deus concedido o arrependimento para vida. Esta foi a reação do povo que ouvira a história de Pedro concernente à conversão de Cornélio. Ficaram maravilhados por ter o Espírito Santo descido sobre os gentios precisamente como fizera com os judeus no dia de Pentecoste. Descobrimos que o arrependimento é o dom da graça, é dom de Deus. Se Deus não der o arrependimento ninguém poderá se arrepender. Vamos notar como o arrependimento vem. De modo que o arrependimento é um dom da graça, levando-nos a ação. E a forma que Deus faz isso é através do ensino, da pregação e da Palavra. A Bíblia está saturada dessa ideia. O Evangelho é pregado, a Palavra é proclamada, chamando os homens e as mulheres ao arrependimento. Mas Deus, não tendo em conta os tempos da ignorância, anuncia agora a todos os homens, em todo lugar, que se arrependam. Atos 17:30. É a apresentação da verdade que produz esta condição de arrependimento. O apóstolo Paulo mais uma vez, ao trazer à lembrança dos tessalonicenses o que havia sucedido a eles, diz-lhes que o Evangelho que lhes havia pregado “não foi a eles somente em palavras, mas também em poder, e no Espírito Santo e em plena convicção”. E qual foi o efeito? Vamos ler o efeito produzido neste verso: pois eles mesmos, no tocante a nós, proclamam que repercussão teve o nosso ingresso no vosso meio, e como, deixando os ídolos, vos convertestes a Deus, para servirdes o Deus vivo e verdadeiro. 1 Tessalonicenses 1:9. Observaram como o Evangelho produziu arrependimento? Em nossos dias estamos vendo e com muita freqüência, pessoas estão sendo pressionadas a fazer decisões sem o devido conhecimento do que o arrependimento realmente significa. Não temos tomado o conceito bíblico de arrependimento em sua altura e profundidade, em seu comprimento e largura. Irmãos o que está envolvido num homem ou numa mulher no tocante ao arrependimento é aquilo que fica comprometido. E a resposta, naturalmente, é: a pessoa toda. Ou o arrependimento inclui toda a pessoa, ou ela não é de forma alguma arrependida. E a declaração clássica disso se encontra em Romanos 6:17 Mas graças a Deus porque, outrora, escravos do pecado, contudo, viestes a obedecer de coração à forma de doutrina a que fostes entregues. No arrependimento a vontade tem de ser envolvida. A vontade entra em operação e nos faz retroceder do que era errado para o que é certo. Por exemplo, a comissão de Paulo, delegada a ele por nosso Senhor na estrada de Damasco, o ordenou a ir e ensinar os gentios “a que se convertam das trevas à luz”. Arrependimento envolve ação, pois ação é uma parte essencial. Isso nos faz pensar em João Batista. As pessoas vieram a Ele. No entanto, João dizia às pessoas que vinham até ele que eles tinham de fazer alguma coisa e não somente ouvir a sua mensagem. Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento e não comeceis a dizer entre vós mesmos: Temos por pai a Abraão; porque eu vos afirmo que destas pedras Deus pode suscitar filhos a Abraão. Lucas 3:8. É por isso que disse que arrependimento envolve a pessoa toda, aliás, o arrependimento não só inclui a pessoa toda, ele inclui toda perspectiva dessa pessoa, tudo o que é de valor e de interesse nesta vida e neste mundo. Nós precisamos considerar ao que leva precisamente o arrependimento na experiência. Como posso saber que já me arrependi? Antes de tudo, ele envolve uma mudança em nossa visão e em nossos pensamentos concernentes a Deus. Somente quando nos arrependemos é que realmente percebemos a santidade e a grandeza de Deus. É necessário termos em mente que por natureza, nossa visão de Deus é inteiramente errônea: Porquanto a inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita à lei de Deus, nem, em verdade, o pode ser. Romanos 8:7. Mas há alguns que alegam crer em Deus, tem um Deus de seu próprio feitio e de suas próprias imaginações, alguma projeção de si próprios e de suas próprias idéias. Essas pessoas dizem: “Creio em Deus”, mas não possuem qualquer concepção de Deus. Sua visão de Deus é errônea; é falsa e necessitam de uma mudança radical. Radical porque a bíblia é radical. E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos. Atos 4:12. Deus é Amor, Justo, Santo e misericordioso, e Ele não inocenta ao culpado. Deus se revelou em Cristo e cumpriu tudo no Seu Filho. Agora só resta vermos esse tão grande amor e tomarmos posse daquilo que nos foi concedido gratuitamente. Na cruz fomos crucificados com Cristo e por isso Ele é a nossa vida. Na cruz do Calvário, a justiça é plenamente satisfeita e o amor flui; ao mesmo tempo, porém, o amor de Deus, nos cristãos, é um amor santo; a alegria dos cristãos é uma alegria santa. Tudo precisa ser santo. De modo que isso é algo dos novos pensamentos e do novo conceito que as pessoas que já se arrependeram têm acerca de Deus. Hoje quando contemplamos o Seu amor derramado na Cruz, podemos dizer ao Senhor que o amamos. Salmos 18:1 Eu te amo, ó SENHOR, força minha. Quando enxergamos este amor que Deus tem por nós, certamente o nosso arrependimento é mais profundo. Precisamos rogar ao Pai que nos de um coração completamente agradecido. Um coração que sempre possa perceber o Seu grande amor. Um coração que sempre esteja fixado em Teu sangue tão graciosamente derramado por cada um de nós. Meus irmãos, o verdadeiro arrependimento acontece quando temos a visão espiritual para reconhecermos que é a Sua bondade é que nos conduz ao arrependimento. Ou desprezas a riqueza da sua bondade, e tolerância, e longanimidade, ignorando que a bondade de Deus é que te conduz ao arrependimento? Romanos 2:4. Amém. Deus te abençoe em Cristo Jesus. Autor: Pastor, Claudio A Morandi.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

A ESPERANÇA.

I Pedro 1.3 Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua grande misericórdia, nos regenerou para uma viva esperança, pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos. Irmãos(as), vemos neste texto, que Pedro está dizendo, inspirado pelo Espírito Santo de DEUS, primeira narrativa (Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo). Deus e o Senhor Jesus Cristo é Bendito, no dicionário, a palavra Bendito se traduz desta forma ( louvado, abençoado, feliz). Na tradução, o nosso PAI e exatamente isto, e nos somos a mesma coisa como ELE é. Segunda narrativa, que segundo a sua grande misericórdia nos regenerou para uma viva esperança. Deus Pai e Grande em misericórdia, se não o fosse, ELE já desde o inicio da era, teria acabado com a raça humana, quando Adão desobedeceu a sua ordem, que era tão simples de executa La, mas como nos, seres humanos gostamos de dar ouvidos a opiniões diversificadas, gostamos de buscar a resposta para tal problema nos ímpios, nos filhos de satanás e não em DEUS, daí quando a coisa não da certo, ficamos colocando a culpa em DEUS, e dizemos a ELE: o Senhor não me ouviu, eu estava com um baita problemão para resolver está semana, que pedi para o Senhor solucionar, dar uma luz para mim, em tão problema, e o Senhor nem me ajudou, o que é isso, eu não sou teu filho? Porque fizeste isto comigo? Irmão, o maior problema nosso, somos nos mesmo, não fazemos como o SENHOR deixou bem claro em sua PALAVRA que diz: Vinde a MIM, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de MIM, porque SOU manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma; porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve. Mateus 11.28,29e30. Conta uma história que um homem estava andando em uma estrada com um saco nas costas, a caminho para a sua casa, passou por ele um homem com uma charrete, e parou e deu carona para tal homem, e o condutor da charrete disse ao homem, olha o Senhor pode colocar o seu saco ai atrás, pode ficar tranqüilo, por andar muito com este saco nas costas e creio que o senhor deva estar cansado; e andando mais adiante o condutor diz novamente ao homem, eu disse para o senhor, pode colocar o saco ai atrás, mas o tal homem, não largou a sua bagagem ate chegar ao seu destino. Irmãos e irmãs, assim acontece consoco também varias vezes de nossa vida aqui (passageira na terra), estamos levando o saco da religiosidade, dos problemas, das ansiedades, da casa nova, do carro novo, da gestação de minha esposa, do novo emprego etc, etc. Enquanto o SENHOR diz no versículo acima que lemos: “ei, venham a MIM, que EU farei vocês se descansarem, vocês estão muito carregados de muitas coisas, venham e de GRAÇA, EU vos aliviarei, deixa EU levar este fardo para você; mas nos somos cabeças duras, dizemos, não, eu sou capaz, eu não preciso da ajuda de ninguém; Há, tudo bem. Onde está a esperança, neste fato? Em lugar nenhum; voltemos para o versículo de Pedro que diz n a parte (b): nos regenerou para uma viva esperança pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos. Eis o ponto de partida, Jesus Cristo nos regenerou; toda pregação de qualquer pregador, se não estiver centralizada na regeneração do homem, de negar a si mesmo, de anular a Cruz de Cristo, o SENHOR diz que seja anátema(maldito); Jesus Cristo disse bem claramente ao Senhor Nicodemos: Em verdade me verdade te digo: que aquele que não nascer de novo não pode ver o Reino de Deus. João3.3 Eis a nossa esperança, a regeneração na Pessoa Bendita do Senhor Jesus Cristo, nosso Salvador, preciosa esperança, preciosa regeneração em Cristo Jesus. O Senhor Jesus Cristo foi bem categórico em sua ordenança ou melhor de seu trabalho aqui na terra, foi três anos de ministério de Jesus Cristo, mas estes três anos foram feitos conforme a vontade de seu PAI, nosso PAI. Ele diz em João 12.32: E Eu, quando for levantado da terra, atrairei a todos a mim mesmo. 2° fomos crucificados com Cristo: Galatas 2.20. 3°fomos mortos em seu corpo na cruz: Romanos7.4 4°fomos ressuscitados junto com Cristo:Efésios 2.6. 5°e agora somos filhos de Deus:Colossenses3.4. Está e a ração da nossa esperança, não vemos, mas pela fé vemos, até parece paradoxal, mas e tudo pela fé em Cristo Jesus Nosso Bendito Salvador, a Ele toda a Honra e Glória, que ELE cresça e eu diminua: João 3.30. Amém. Marcos Antonio Biazoli.