quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

O GRANDE deus DO ENTRETENIMENTO - A. W. TOZER.

Por esta razão, importa que nos apeguemos, com mais firmeza, às verdades ouvidas, para que delas jamais nos desviemos. Hebreus 2:1 Há muitos anos, um filósofo alemão disse alguma coisa no sentido de que quanto mais um homem tem no coração, menos precisará de fora; a excessiva necessidade de apoio externo é prova de falência no homem interior. Se isto é verdade (e eu creio que é), então o desordenado apego atual a toda forma de entretenimento é a prova de que a vida interior do homem moderno está em sério declínio. O homem comum não tem nenhum núcleo central de segurança moral, nenhum manancial em seu peito, nenhuma força interior para colocá-lo acima da necessidade de repetidas injeções psicológicas para dar-lhe coragem de continuar vivendo. Tornou-se um parasita no mundo, extraindo vida do seu ambiente, incapaz de viver um só dia sem o estímulo que a sociedade lhe fornece. Schleiermacher afirmava que o sentimento de dependência está na raiz de todo culto religioso e que, por mais alto que a vida espiritual possa O Grande deus subir, sempre terá de começar com um profundo senso de necessidade que somente Deus pode satisfazer. Se este senso de dependência e necessidade está na raiz da religião natural, não é difícil ver por que o grande deus Entretenimento é tão ardentemente cultuado por tanta gente. Pois há milhões que não podem viver sem diversão. A vida para eles é simplesmente intolerável. Buscam, ansiosos, o bendito alívio dado por entretenimentos profissionais e outras formas de narcóticos psicológicos como um viciado em drogas busca a sua injeção diária de heroína. Sem estas coisas, não poderiam reunir coragem para encarar a existência. Ninguém que seja dotado de sentimentos humanos normais fará objeção aos prazeres simples da vida, nem às formas inofensivas de entretenimento que podem ajudar a relaxar os nervos e revigorar a mente exausta de fadiga. Essas coisas, se usadas com discrição, podem ser uma bênção ao longo do caminho. Isso é uma coisa. A exagerada dedicação ao entretenimento como atividade da maior importância, para a qual e pela qual os homens vivem, é, definitivamente, outra coisa muito diferente. O abuso de uma coisa inofensiva é a essência do pecado. O incremento do aspecto das diversões da vida humana em tão fantásticas proporções é um mau presságio, uma ameaça às almas dos homens modernos. Estruturou- se, chegando a constituir um empreendimento comercial multimilionário com maior poder sobre as mentes humanas e sobre o caráter humano do que qualquer outra influência educacional na terra. E o que é ominoso é que o poder é quase exclusivamente mau, deteriorando o interior e expelindo os pensamentos de alcance eterno que encheriam a alma dos homens, se tão somente fossem dignos de abrigá-los. E a coisa toda desenvolveu-se, produzindo uma verdadeira religião que retém os devotos com estranho fascínio e, incidentalmente, contra a qual agora é perigoso falar. Por séculos, a igreja se manteve solidamente contra toda forma de entretenimento mundano, reconhecendo- o pelo que era - um meio para desperdiçar o tempo, um refúgio contra a perturbadora voz da consciência, um esquema para desviar a atenção da responsabilidade moral. Por isso, ela própria sofreu rotundos abusos e críticas dos filhos deste mundo. Mas ultimamente ela se cansou dos abusos e parou de lutar. Parece ter decidido que, já que não consegue vencer o grande deus Entretenimento, pode muito bem juntar suas forças às dele e fazer o uso que puder dos seus poderes. Assim, hoje temos o espantoso espetáculo de milhões de dólares derramados sobre o trabalho profano de providenciar entretenimento terreno para os filhos do céu, assim chamados. Em muitos lugares, o entretenimento religioso está eliminando rapidamente as coisas sérias de Deus. Muitas igrejas, nestes dias, têm-se transformado em pouco mais que pobres teatros onde “produtores” de quinta classe mascateiam as suas mercadorias falsificadas com total aprovação dos líderes evangélicos conservadores, que podem até citar um texto sagrado em defesa da sua delinqüência. E raramente alguém ousa levantar a voz contra isso. Não é uma coisa esquisita e um espanto que, com a sombra da destruição atômica (ou de ataques terroristas) pendendo sobre o mundo e com a vinda de Cristo tão próxima, os professos seguidores do Senhor se entreguem a divertimentos religiosos? Que numa hora em que há tão desesperada necessidade de santos amadurecidos, numerosos crentes voltem para a criancice espiritual e clamem por brinquedos? Extraido da Revista Betel.

EM JESUS CRISTO TEMOS SALVAÇÃO - SELECIONADO.

Quem pode nos livrar do corpo do pecado? Quem pode nos libertar do império das trevas? Quem pode nos libertar do domínio do pecado? Quem pode nos libertar da nossa vontade dominadora, controladora, egoísta, vaidosa e carente de ser aplaudida? Graças a Deus por Jesus Cristo, pois somente nEle podemos ser libertos completamente do pecado e seus malefícios, que nos impede de ver e reconhecer a Deus e a Seu Cristo e nos faz ferir o próximo em proteção dos nossos interesses. Segundo Hebreus 9:26b: Agora, porém, ao se cumprirem os tempos, se manifestou uma vez por todas, para aniquilar pelo sacrifício de si mesmo o pecado. Assim que, mediante o sacrifício do Cordeiro Santo de Deus, Jesus Cristo, o pecado foi aniquildado dos que nEle crêem. O pecado já não tem mais domínio naqueles que estão em Cristo Jesus, pois A lei do Espírito da vida em Cristo Jesus te (nos) livrou da lei do pecado e da morte. Rm 8:2. Jesus Cristo, se manifestou em carne para que na sua carne condenasse o pecado. O pecado perdeu toda a sua força na carne do nosso Senhor Jesus Cristo, até porque em Sua carne não havia a mácula do pecado. Ele foi o perfeito substituto que nos regenerou para uma viva esperança: sermos feito à Sua imagem, para nEle sermos apresentandos com exultação e imaculados diante de sua glória, segundo Judas 24. Crendo que Jesus Cristo é a nossa salvação, justificação e santificação viveremos os dias que nos restam na carne, conforme o que nos diz Romanos 6:11: Assim também vós considerai-vos mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus. E tudo isso é possível quando pela graça de Deus nos é revelado Romanos 6:6-7. Sabendo isto que foi crucificado com Jesus Cristo o nosso velho homem para que o corpo do pecado seja destruído e não sirvamos mais ao pecado como escravos; porquanto quem morreu justificado está do pecado. Em Jesus Cristo fomos libertos do velho homem, porque em Sua morte nós morremos para que em Sua ressurreição fossémos ressuscitados para Ele ser a Vida em nós. E juntamente com Jesus Cristo nos ressuscitou (Efésios 2:6a)Oh! Amados de Deus, é verdade morremos, acabou, a velha criação Adâmica, maligna, acabou. Estamos livre, pois em Cristo morremos para o que nos era prejudicial: II Co 5:14. Pois o amor de Cristo nos constrange, julgando nós isto: Um morreu por todos, logo todos morreram. Eu vos pergunto quem morreu por todos? Jesus. Mas, a Bíblia não para aí. Quem morreu também por causa do “Um” que morreu? Todos. Sim todos nós morremos em Cristo. E para quê? Para os que vivem não vivam mais para si mesmos, mas para Ele. O homem natural contaminado e dominado pelo pecado vive de si para si em uma completa mentira, pois o pecado o engana constantemente, afirmando que ele é “Deus” e que suas decisões são certas, que tudo que ele faz é bom até chegar o momento de destruí-lo por completo, pois o diabo, o pai da mentira, trabalha em cima de três tripés: matar, roubar e destruir. O homem já nasce morto no pecado, roubado da comunhão de Deus e destruído pelo império das trevas. A medida que vai crescendo fisicamente a sua maldade vai crescendo proporcionalmente até que experimente toda estas faces cruéis e assim, vai cumulando mais ira para o dia do juízo. Somente Jesus Cristo pôde vencer o pecado. Somente nEle encontramos libertação do império das trevas. Então, corramos para Cristo crendo que Ele é o único que pode nos libertar do pecado e operar a Vida Santa que tem plena comunhão com Deus. Nunca esqueçamos que ele nos promete: Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei(Mateus 11:28). Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas, pelo contrário terá a luz da vida (João 8:12). Quem crer em mim, como diz as Escrituras, do seu interior fluirão rios de água viva.(João 7: 38). Eu sou a porta. Se alguém entrar por mim, será salvo; entrará e sairá e achará pastagem. (João 10:9). As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem. Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão(morrerão), eternamente, e ninguém as arrebatará da minha mão.(João 10:27 e 28). Que o Senhor em Sua Graça e Misericórdia nos revele Cristo e Sua tão grande salvação. Amém. Extraido da Revista Betel.