terça-feira, 29 de novembro de 2011

JESUS CRISTO NOSSA SUFICIENCIA.

E todos os dias, no templo e de casa em casa, não cessavam de ensinar e de pregar Jesus, o Cristo. Atos 5:42. A partir do momento em que a alma é levada a perceber a realidade de sua condição diante de Deus, à profundidade de sua ruína, culpa e miséria, não poderá haver descanso até que o Espírito Santo revele ao coração O Cristo pleno e todo suficiente. Esta é a única solução possível, e o remédio perfeito de Deus para a nossa completa pobreza. Trata-se de uma verdade muito simples, mas da maior importância; e podemos dizer com toda a segurança, que quanto mais completa e profundamente aprendermos isto melhor será. Com a entrada do pecado no mundo o homem ficou numa condição irremediável, arruinada e sem esperanças, por isso é necessário ser regenerado e encontrar O Cristo todo suficiente como a provisão de Deus para a nossa mais profunda necessidade. Isto é verdadeiramente descanso, um descanso que nunca pode ser perturbado. Ele me faz repousar em pastos verdejantes. Leva-me para junto das águas de descanso. Salmos 23:2. Por sua preciosa morte expiatória Ele supriu plenamente tudo o que tinha que ver com nossa condição de pecadores. Ele carregou os nossos pecados, e os levou de todo e para sempre. Ele levou a culpa por todos os nossos pecados; os pecados de todos os que crêem em seu nome. João 5:24 Em verdade, em verdade vos digo: quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a vida. O Senhor carregou nEle todas as nossas iniqüidades. Foi Ele mesmo quem o fez. Esta é a essência e a medula de todo o assunto. Deus pôs os nossos pecados sobre Jesus, e Ele nos diz isto em sua Santa Palavra, a fim de que possamos saber sobre a base da autoridade divina; uma autoridade que não pode mentir. Deus planejou assim, Deus fez assim; e assim Deus diz. Tudo vem de Deus, do principio ao fim, e nós tão somente temos que descansar nisso como meninos. Como sei que Jesus levou os meus pecados em seu próprio corpo sobre o madeiro? Pela mesma autoridade que me diz que eu tinha pecados e que deveriam ser levados. Deus, em seu maravilhoso e inigualável amor, assegura-me, um pobre e culpado pecador, merecedor do inferno, que Ele mesmo cuidou de todo o assunto dos meus pecados, e se livrou deles de um modo tal que veio trazer uma rica colheita de glória para o Seu eterno Nome, por todo o universo, na presença de toda inteligência criada. Colossenses 2:15 E, despojando os principados e as potestades, publicamente os expôs ao desprezo, triunfando deles na cruz. E nisto, a fé viva deve tranqüilizar a consciência. Se Deus se satisfez a Si mesmo com a solução para os meus pecados, eu devo ficar igualmente satisfeito. Sei que nasci pecador, pode ser inclusive que seja o maior dos pecadores. Sei que os meus pecados são maiores em número que os cabelos da minha cabeça; que são negros como a meia-noite; negros como o próprio inferno. Sei que qualquer desses pecados, o menor deles, merece as chamas eternas do inferno. Sei porque a Palavra de Deus o diz e que uma simples partícula de pecado não pode jamais entrar em sua Santa presença; e que, por esta razão, não havia para mim outro destino a não ser a eterna separação de Deus. Tudo isso sei, sobre a base da clara e indisputável autoridade daquela Palavra que está para sempre firmada nos céus. Mas, quando vejo o profundo mistério da cruz, o glorioso mistério do amor redentor! Vejo o próprio Deus levando todos os meus pecados; pecados da pior espécie, da maneira como Ele os viu e os avaliou. Vemos pela Palavra, Deus colocando todos nossos pecados sobre o nosso bendito Substituto, e tratando com Jesus ali na cruz. Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus. 2 Coríntios 5:21. Bendito seja o Deus de toda graça, porque não é só a remissão dos pecados que nos anuncia por meio da morte expiatória de Cristo. A nova criatura tem o privilégio de considerar-se a si mesmo morto para o pecado. Aqui está o precioso segredo de uma vida santa. Estamos mortos para o pecado; vivos para Deus. O reino do pecado terminou. O que o pecado tem que ver com um homem morto? Nada. Bem, então, o velho Adão morreu com Cristo; está sepultado com Cristo; está ressuscitado com Cristo para andar em novidade de vida. Ele vive sob o precioso reino da graça, e tem como fruto a santificação. Romanos 6:22 Agora, porém, libertados do pecado, transformados em servos de Deus, tendes o vosso fruto para a santificação e, por fim, a vida eterna. Considerando que nossa condição é imperfeita e que o nosso andar é imperfeito; considerando também que a nossa comunhão é suscetível de ser interrompida, é por esta razão que necessitamos do atual ofício de Cristo por nós. Jesus vive à mão direita de Deus por nós. A sua ativa intervenção a nosso favor não cessa nem por um momento. Ele atravessou os céus em virtude da expiação consumada, e ali exerce continuamente a sua perfeita intercessão por nós diante de Deus. Ele está ali como a nossa justiça permanente, a fim de nos manter sempre em divina integridade da posição e da relação para a qual a sua morte expiatória nos introduziu. Por isso lemos em Romanos 5:10 Porque, se nós, sendo inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida. Quão precioso é tudo isto para o cristão sincero, que está sempre consciente de sua fraqueza, necessidade e fracasso! Como é possível que alguém que está morto com Cristo e vive para glória de Deus possa pôr em dúvida a necessidade de um ininterrupto ministério de Cristo em seu favor? A favor de quem Cristo está vivendo e intercedendo agora à mão direita de Deus? Será a favor do mundo? Certamente que não; pois ele diz, em João 17:9 É por eles que eu rogo; não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque são teus. Que firme consolo existe aqui para o povo de Deus! E quão necessário para as nossas almas é estar fundamentados no conhecimento e compreensão disso! Há alguns que possuem uma compreensão imperfeita da verdadeira posição de um cristão, por não compreender o que Cristo fez por eles no passado; outros, ao contrário, têm uma visão tão unilateral da condição do cristão que não percebem a nossa necessidade do que Cristo está fazendo agora por nós. Hebreus 7:25 Por isso, também pode salvar totalmente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles. Trata-se de algo maravilhosamente bendito poder dizer: “Encontrei a Alguém que satisfaz plenamente o meu coração, encontrei a Cristo”. É isto o que nos põe verdadeiramente no verdadeiro descanso. Torna-nos completamente independente dos recursos aos quais o coração inconverso sempre se apega. O pobre amante do mundo pode pensar que a vida do cristão é muito estática, insípida, chegando inclusive a ser uma ocupação idiota. Talvez ele fique espantado de ver como alguém pode viver sem aquilo que ele chama “diversão”. Privar o inconverso daquilo seria quase o mesmo que levá-lo ao desespero ou à loucura; mas o cristão não deseja tais coisas, ele não as praticaria. Elas são inclusive um aborrecimento para ele. Jamais podemos ser amigos do mundo. Por que? Veja a resposta em Tiago 4:4 Infiéis, não compreendeis que a amizade do mundo é inimiga de Deus? Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus. Cristo é tudo o que necessitamos, mais do que tudo nEle encontramos. Não há, nem pode existir, nenhuma falta no Cristo de Deus. A sua expiação e a sua intercessão devem satisfazer todos os desejos da consciência mais profundamente exercitada. As glórias morais a poderosa atração de sua divina Pessoa, devem satisfazer as mais intensas aspirações e desejos do coração. E sua inigualável revelação, esse volume sem preço, contém, entre as suas etapas tudo o que possamos necessitar, do principio ao fim, em nossa carreira cristã. Ora, tudo provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo e nos deu o ministério da reconciliação. 2 Coríntios 5:18. Amém.Pr Claudio Morandi.

O GRNADE MANDAMENTO DO DEUS DESCONHECIDO.

Mateus 22.34: Entretanto, os fariseus, sabendo que ele fizera calar os saduceus, reuniram-se em conselho. E um deles, intérprete da lei, experimentando-o,lhe perguntou: Mestre, qual é o mandamento na lei? Respondeu-lhe Jesus: Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas. Sabemos que os saduceus eram um povo que queria purificar a sua raça, ou seja, a pureza tinha que ser mantida. A palavra saduceus significa “separados” e por esse motivo eles só se relacionavam com eles mesmos. Os sacudeus eram um grupo de pessoas bastantes estudiosos dos textos sagrados da Antiga Aliança, conforme está escrito em Atos 23.6: Sabendo Paulo que uma parte do Sinédrio se compunha de saduceus eoutra, de fariseus, exclamou: Varões, irmãos, eu sou fariseu, filho de fariseu! No tocante à esperança e à ressurreição dos mortos sou julgado! Irmãos vejam que a cúpula religiosa da época era composta por fariseus e saduceus. Justamente o povo que vivia procurando Jesus não só para pega-lo em contradição, mas também para aprender D”Ele. Em certo ponto até parece um contra-senso; homens com tanto conhecimento e eram realmente pessoas dotadas de uma das melhores formações acadêmicas da sua época. Eles procuravam o carpinteiro para obter informações: Não é este o filho do carpinteiro? Não se chama sua mãe Maria, e seus irmãos, Tiago, José, Simão e Judas? Mateus 13.55. Irmãos observem que as pessoas rejeitavam a Jesus porque Ele era o Filho de carpinteiro, pessoas de baixa posses. A atitude do povo deixa tão claro que Jesus não tinha nenhum diploma acadêmico; Seu único diploma era a Sabedoria na sua essência. Mas Jesus aos poucos e através de seus feitos e ensinamentos ia conquistando seu titulo de mestre dos mestres, mas não em faculdade, mas com seus feitos. Leiamos em Mateus 11.5 Os cegos vêem, os coxos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados, e aos pobres está sendo pregando o evangelho. Vejam que neste verso Jesus deixa bem claro o que vêem e ouvem, assim Jesus ia conquistando seu titulo de mestre dos mestres. Sabemos que o objetivo de Jesus ao passar pela Terra não era conquistar títulos e sim reconciliar o homem com Deus.Irmãos sabemos que quando Jesus cita os fariseus e saduceus Ele fala sobre religião. Povo extremamente religiosos, tudo eles transformava em religião. Leiamos Lucas 11.39 O Senhor, porém, lhe disse: Vós, fariseus, limpais o exterior do copo e do prato; mas o vosso interior está cheio de rapina e perversidade. Novamente os fariseus convidam Jesus para comer em sua casa e ali acontece um fato onde Jesus come sem lavar as mãos. A principio vemos que parece anti-higiênico, mas Jesus tinha que chamar a atenção sob esse aspecto,onde o lavar as mãos não faria parte da lei e sim, costumes. Mas os fariseus colocavam esse ato em forma de lei, obrigando assim as pessoas a praticarem este ato. E Jesus de certa forma chama a atenção e mostra aos fariseus que os costumes e a religião limpa as pessoas por fora, mas não as limpa por dentro, como vemos neste versículo. A religiosidade hoje é o grande entrave e também obstáculo para que as pessoas se acheguem a Cristo. São estas as coisas que contaminam o homem; mas o comer sem lavar as mãos não o contamina. Mateus 15.20. Vamos ler mais dois versos de Atos 17.22-23 Então, Paulo, levantando-se no meio do Areópago, disse: Senhores atenienses! Em tudo vos vejo acentuadamente religiosos; porque, passando e observando os objetivos de vosso culto, encontrei também um altar no qual está inscrito: AO DEUS DESCONHECIDO. Pois esse que adorais sem conhecer é precisamente aquele que eu vos anuncio. Veja irmãos que Paulo fala aos religiosos de um DEUS DESCONHECIDO e hoje na verdade Cristo é desconhecido pelos religiosos também. Ele se torna desconhecido a partir do momento em que as pessoas o conhecem pela metade. Os fariseus e saduceus conheciam a Jesus, via suas obras e seus ensinamentos constantemente e sempre estavam colocando-o a prova. É como nos dias atuais, onde muitas denominações ou igrejas querem colocar Jesus a prova. Meus irmãos precisamos verdadeiramente conhecer ao Senhor, como vemos em Mateus 22.29 Respondeu-lhes Jesus: errais, não conhecer as escrituras nem o Poder de Deus. Verdadeiramente Jesus para os fariseus e saduceus era um desconhecido, um Deus que através do seu amor tinha como objetivo limpar o homem por dentro enquanto o religioso vê somente o lado de fora. Cristo como um desconhecido para muitos da sua época a até hoje muitas pessoas conhece a Cristo, mas não conhece entender sua linguagem, um homem que se dizia imortal e anunciava que haveria de morrer. Cristo pregava contra o pecado e se assentava na mesa de pecadores, coisa que os religiosos abominavam. No Antigo Testamento vemos sempre a salvação apontada para o futuro, como vemos em Isaías 56.1 Assim diz o Senhor: Mantendo o juízo e fazei justiça, porque a minha salvação está prestes a vir, e a minha justiça, prestes a manifestar-se. Uma salvação que vinha como promessa em Isaías 7.14 e 9.6 Portanto, o Senhor mesmo vos dará um sinal: eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho e lhe chamará Emanuel. Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai(Aba) da Eternidade, Príncipe da Paz. Uma salvação maravilhosa, forte e eterna. O texto fala de um Deus encarnado, de uma promessa genuína, mas os fariseus e os saduceus não conseguiam ver isto e tudo parecia desconhecido aos seus olhos. Estes religiosos (fariseus e saduceus) não conseguiam se desprender das tradições religiosos como vemos 1 Pedro q.18-20 Sabendo que não foi mediante coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados do vosso fútil procedimento que vossos pais vos legaram, mas pelo precioso, mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo, conhecido, com efeito, antes da fundação do mundo, porém manifesto no fim dos tempos, por amor de vós. O precioso sangue do Cordeiro que nos liberta do pecado e das tradições nos purifica, santifica, vivifica e justifica perante o Pai, pela fé. Romanos 3.28 Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé, independentemente das obras da lei. Veja irmãos que clareza este verso, (colocando Cristo acima das obras e da lei religiosa); Na verdade é que em Cristo Jesus, fomos feitos justiça com está escrito em 2 Coríntios 5.21 Aquele que não conheceu pecado, Ele se fez pecado por nós; para que, Nele, fôssemos feitos justiça de Deus. Jesus vem para revelar a humanidade algo que estava oculto, posso que havia chegado à hora conhecimento deste mistério, que se deu após Sua ressurreição; Colossenses 1.26 O mistério que estivera oculto dos séculos e das gerações; agora, todavia, se manifestou aos seus santos. É por isso que os fariseus não conseguiam entender o amor exposto por Cristo como solução para todos sem separação; Porque nem Cristo, nem os fariseus haviam passado pela cruz, como vemos em Gálatas 6.14-15 Mas longe esteja de mim gloriar-me, senão na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim, e eu, para o mundo. Pois nem a circuncisão é coisa alguma, nem a incircuncisão, mas o ser nova criatura; Paulo aqui através do Espírito Santo deixa claro que a religião não salva, mas sim Cristo e este crucificado; Bendito o Deus e Pai (Aba) de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua muita misericórdia, nos regenerou para uma viva esperança, mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos. 1 Pedro 1.3 Amém! Irmão Julio Sérgio Busolo.