quinta-feira, 9 de julho de 2009

O ABC DA FÉ - A CAUSA.

Visto como, na sabedoria de Deus, o mundo não o conheceu por sua própria sabedoria, aprouve a Deus salvar os que crêem pela loucura da pregação. 1 Coríntios 1:21

Vimos na série, o Pecado dos Pecados, a definição de Jesus sobre o que é o pecado, como sendo a descrença em sua pessoa. Para o Senhor, errar o alvo, isto é, pecar, significa não crer nele. O pecador é o incrédulo diante da pessoa de Cristo Jesus.

Também vimos que todos nós nascemos neste mundo descrentes em relação a Cristo Jesus. Nós viemos ao mundo, redondamente, ateus. Ninguém aparece aqui na terra crendo em Deus, naturalmente. Toda a nossa experiência é sensória. Já dizia Tomas de Aquino: "nihil est in intelectu quod prius non fuerit in sensu", (não há nada no intelecto que não tenha passado primeiro pelos sentidos). O problema é que Deus é espírito puro, e espírito não é matéria sensorial.

Ainda que alguns filósofos quisessem apresentar um apriorismo da realidade divina no entendimento subjetivo, a mente humana é basicamente tridimensional. Nós só compreendemos a realidade das coisas a partir do seu cumprimento, altura e largura. Não há abstração no pensamento da criança. Tudo é muito concreto e material. Todo ateu é rigorosamente materialista.

Cristo é Deus. Deus é espírito. Espírito é algo inexplicável para a mente que pensa em três dimensões, pois o espírito não tem forma, não tem cor, não tem cheiro, não ocupa lugar no espaço, além disso, o ser humano encontra-se morto espiritualmente. Como um morto no espírito, sem a abrangência da realidade espiritual, pode admiti-la, se lhe faltam as condições de percepção?

Como vimos também, todas as crianças nascem ateias e a toas em relação à realidade de Deus. Do céu olha o SENHOR para os filhos dos homens, para ver se há quem entenda, se há quem busque a Deus. Salmos 14:2. A Bíblia mostra que todos nós viemos ao mundo pecadores por natureza, e, conseqüentemente, incrédulos no que diz respeito à existência divina, ainda que possamos vislumbrar as pegadas da divindade através da criação, mas a criatura é cega espiritual.

É impossível uma pessoa fisiologicamente cega ver a realidade das coisas, mesmo quando há luz fulgurante no ambiente. Por outro lado, sem luminosidade ninguém pode enxergar coisa alguma. Muitos cegos têm os globos oculares completos, embora estejam desconectados do cérebro. Eles têm o aparelho visual e há luz no ambiente, todavia os olhos estão impedidos de ver, por falta de conexão cerebral. A maioria não vê a realidade por deficiência no sistema da visão.

O morto espiritual também não pode entender as coisas do âmbito imaterial. Ele está desconectado da fonte espiritual que é Deus. Não as entende porque lhe faltam as categorias do juízo espiritual. Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque lhe são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente. 1 Coríntios 2:14.

O homem natural ou psíquico só compreende a realidade material a partir da sua concepção de coerência psicológica. Como se acha separado da vida espiritual de Deus, não alcança qualquer evento extra-sensório. Para intuir algo como espiritual carece de sentimentos ou sensações. Se não sentir algum arrepio, por exemplo, não consegue determinar a realidade espiritual. Ora, isto é o contrário da vida espiritual. Se algo for do espírito, não pode ser sentido.

Todos nós nascemos neste mundo com a vida bios ou biológica, que se expressa em sua pessoalidade através da vida psique ou psicológica, mas todos nós nascemos destituídos da vida zoê ou espiritual. Se um cego não pode ver sem que haja uma cura do seu sistema visual, um morto no espírito não pode se envolver na realidade espiritual se não nascer de novo. O que é nascido da carne é carne; e o que é nascido do Espírito é espírito. João 3:6.

Nós nascemos mortos espiritualmente e precisamos nascer do espírito. – Como pode ser isto? Perguntou Nicodemos, catedrático da religião judaica e PhD em Bíblia. Jesus mostrou que é um milagre do vento soprando ou uma atuação prodigiosa do Espírito Santo.

Lázaro estava morto no plano físico. Era um defunto de quatro dias e encontrava-se podre. Jesus proclamou a sua palavra, chamando-o: Lázaro! Vem para fora. Ele foi vivificado, ouviu a palavra de Jesus e saiu da sepultura como se fosse um charuto enrolado. A palavra de Jesus deu-lhe vida e Lázaro foi capacitado a ouvir a ordem. O avivamento é um efeito da pregação da palavra de Deus. Estou aflitíssimo; vivifica-me, SENHOR, segundo a tua palavra. Salmos 119:107.

Os mortos espirituais não podem ouvir espiritualmente a palavra de Deus. Eles carecem, antes de tudo, de serem vivificados pelo poder da pregação do evangelho. A loucura da pregação aos mortos no pecado é a insanidade que aciona o agente germinador da vida zoê que está em Cristo, e, por conseguinte, o autor da fé gera a confiança no ouvinte. E, assim, a fé vem pela pregação, e a pregação, pela palavra de Cristo. Romanos 10:17.

Cristo Jesus é a vida zoê e o autor da fé. Pregar a Cristo crucificado e ressurreto é promover o agir da vivificação do morto espiritual e o seu reagir em fé. Kéruxon tòn lógon – (kerúkson ton lógon, 2 Timóteo 4:2) isto é, prega a palavra, mas, a palavra do evangelho, que é a única operação vivificadora dos mortos no pecado, e, ao mesmo tempo, a semente que faz brotar a fé.

Os mortos em delitos e pecados só podem renascer, espiritualmente falando, pela pregação do evangelho. Jesus ressuscitado foi enfático com os seus discípulos e disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura. Marcos 16:15. Ele não mandou que fossem ensinar aos incrédulos, mas pregar o evangelho a eles. A pregação antecede ao discipulado.

Nós podemos ensinar doutrinas aos filhos de Adão por meio de uma boa didática, mas não podemos dar vida a eles, senão pela pregação do evangelho. Um religioso se faz pelo ensino, contudo, os filhos de Deus são gerados pela pregação do evangelho de Cristo. Veja esse argumento paulino: Porque, ainda que tivésseis milhares de preceptores em Cristo, não teríeis, contudo, muitos pais; pois eu, pelo evangelho, vos gerei em Cristo Jesus. 1 Coríntios 4:15.

Antes de ensinar ao pecador as palavras de Cristo, precisamos primeiro proclamá-lo como Salvador e Senhor, para que o incrédulo possa ser vivificado e capacitado a responder à mensagem pela fé e com arrependimento. A regeneração antecede ao discipulado. O problema é que muitos até assentem à crença, mas não crêem de fato, pois não foram avivados pela pregação que dá vida. Uma coisa é acreditar, outra bem diferente é crer em Cristo. Acreditar é saber que o avião voa. Crer é entrar no avião e voar. Muitos acreditam em Cristo, mas não se confiam totalmente a ele.

A loucura da pregação do evangelho inocula a vida zoê no morto espiritual, que foi trabalhado, previamente pela graça, ao incitar a fé que foi doada por Deus, levando o crente ao arrependimento ativo e permanente. A palavra de Deus gera vida espiritual e uma reação correspondente de fé e mudança de vida. Pois, segundo o seu querer, ele nos gerou pela palavra da verdade, para que fôssemos como que primícias das suas criaturas. Tiago 1:18.

O homem natural não possui vida espiritual e não tem fé em Cristo. Ele pode se tornar um bom religioso, praticante de boas obras e piedoso, com vasto conhecimento a respeito de Deus, mas nunca se confiará totalmente a Cristo para a sua salvação. Uma das principais características de um religioso é que ele sempre tem que fazer alguma coisa para ser aceito diante de Deus.

Pecado é viver por conta própria, separado de Cristo. Salvação do pecado é viver confiado apenas em Cristo. Como todos nós nascemos em pecado, todos nós vivemos por nossa conta. Assim, nos tornamos religiosos cristãos, dizendo que confiamos em Cristo.

Viver pela fé é desistir de si mesmo e depender somente de Cristo para sua aceitação diante de Pai e dos homens. Quando recebemos a palavra de Deus como palavra de Deus, ganhamos a vida da ressurreição de Cristo que nos regenera e a fé que vem por Jesus, habilitando-nos a responder confiantemente em tudo o que Cristo fez e faz em nosso favor.

O abc da fé é uma série de estudos voltada para a vida de certeza em Cristo. Vamos analisar a fé como um dom da graça de Deus, oposto ao pecado, e o seu desenvolvimento em nossa nova vida, compartilhado por meio de Cristo. Nada que não seja doado por Deus merece crédito. Por isso, Amados, quando empregava toda a diligência em escrever-vos acerca da nossa comum salvação, foi que me senti obrigado a corresponder-me convosco, exortando-vos a batalhardes, diligentemente, pela fé que uma vez por todas foi dada aos santos. Judas 1:3. Aleluia.

Por: Glenio Fonseca Paranaguá
http://www.palavradacruz.com.br/estudos.asp?id2=1143

A Deus toda a Honra e Glória.
Maranata,vem Senhor Jesus Cristo.

A EXALTAÇÃO DA PALAVRA DE DEUS - PARTE 1.

Como são felizes os que andam em caminhos irrepreensíveis, que vivem conforme a lei do Senhor. Salmo 119:1

Exaltar significa louvar ou engrandecer. O Salmo 119 começa com uma exaltação da Lei de Deus. O Salmo 119 nos ensina que a verdadeira felicidade está em vivenciar a Lei de Deus! Este Salmo exalta e enfatiza a Palavra de Deus. É qualificado como um Salmo de "instrução" cuja intenção teológica é introjetar a Lei (Palavra de Deus) no viver diário de Seu povo.

É como se o autor se utilizasse de sinônimos hebraicos intercambiáveis que são traduzidos por: lei - estatutos – caminhos – preceitos – mandamentos – ordenanças – decretos e relacionados com a palavra Lei. Este Salmo nos ensina que a Lei deveria ser meditada com amor e verdade! A Palavra de Deus sempre deve ser encarada com devoção e concretude. O Salmo 119 é uma "orientação objetiva" da Palavra de Deus para que deixemos de lado um conhecido binômio e uma herança filosófica ocidental grega da dicotomia entre a teoria e a prática. Ensina-nos que a Palavra do Senhor é antes prática do que meramente conceitual. No entanto, o Senhor faz uso destes elementos sócio-históricos e literários para que a sua revelação seja absorvida por todas as pessoas e em todas as épocas.

Etimologicamente a palavra Toráh (Lei) tem o sentido de apontar, disparar e acertar. A Lei é a orientação, a diretriz, a instrução e a norma Divina para a vida. A Lei é a vontade expressa de Deus articulada na forma de palavras, capaz de orientar a vida do ser humano (individualmente) e de qualquer sociedade (coletivamente) temente a Ele. O objetivo da Lei é a realização concreta da vontade de Deus através da vida daqueles que pertencem a Ele. A prática da Lei Divina constrói e demonstra uma "relação" autêntica com Ele. Hoje invoco os céus e a terra como testemunhas contra vocês, de que coloquei diante de vocês a vida e a morte, a bênção e a maldição. Agora escolham a vida, para que vocês e os seus filhos vivam, e para que vocês amem o Senhor, o seu Deus, ouçam a sua voz e se apeguem firmemente a ele. Pois o Senhor é a sua vida, e ele lhes dará muitos anos na terra que jurou dar aos seus antepassados, Abraão, Isaque e Jacó. Deuteronômio 30:19-20.

Através do texto bíblico acima podemos concordar com a colocação do rabino Alfred J. Kolatch em seu trabalho sobre a essência da Lei do Sinai intitulado Os Porquês da Torah onde ele diz: "A Lei é algo que tornou uma nação idólatra num povo amante de Deus". A Lei é a vontade expressa de Deus para a vida daqueles que O temem, ou seja, aqueles que querem agradá-Lo. Há alguns fatores que devem ser observados na abordagem da Lei de Deus no Antigo Testamento. Um deles é o fato de que, num conceito teológico mais amplo, a Lei não é somente um "elemento" presente na Revelação Divina. A Lei é uma expressão revelada do caráter Divino que deve fundamentar o viver humano! No Salmo 119 o salmista usa a expressão "Lei do Senhor" com o mesmo sentido de "Palavra de Deus".

Existe uma grande diferença entre as leis e a Lei do Antigo Testamento. As leis representavam as orientações Divinas nas esferas moral, cerimonial e civil. As leis morais falavam do dever de amar a Deus sobre todas as outras coisas. As leis cerimoniais ensinavam sobre como cumprir um sistema sacrificial que conduziria a adoração no templo. As leis civis orientavam ao povo de Deus sobre como representá-Lo socialmente perante as outras nações. A Lei do Antigo Testamento se traduz na Palavra de Deus que é uma manifestação do Seu poder revelador. A essência da Lei é o ensinamento sobre como viver na dependência da ação de Deus.

A pessoa que quisesse cumprir a Lei de Deus deveria assumir a sua própria incapacidade para cumpri-la, atribuindo somente ao Senhor o seu pleno cumprimento. A Palavra de Deus é a base da Sua orientação, não só ao Seu povo, mas, direcionada para "toda" a humanidade. A Lei de Deus é a base da verdadeira "Teocracia"! Portanto, a identidade do povo de Deus, desde sempre, deve estar fundamentada na Sua Lei, isto é, na Sua Palavra. O Salmo 119 nos ensina sobre as "implicações práticas’ ou os ‘efeitos concretos" da Palavra de Deus em todas as dimensões da vida humana, através de 176 "princípios" inspirados por Deus.

Salmo 119:1 - Como são felizes os que andam em caminhos irrepreensíveis, que vivem conforme a lei do Senhor! Trilhar caminhos irrepreensíveis é vivenciar a felicidade pela integralidade, ou seja, é a experiência do reflexo da ação de Deus em nossa caminhada com Ele e Nele. A palavra traduzida por "felizes" se refere às pessoas abençoadas ou prósperas segundo a ótica Divina. São pessoas que encontram a sua felicidade e satisfação plenas buscando a satisfação de Deus pela vivência da Sua Palavra. Quem vive na prática da Lei de Deus angaria para si uma felicidade que só Ele pode dar! A verdadeira satisfação humana só é encontrada na medida em que se satisfaz ao coração de Deus. O primeiro verso deste Salmo nos ensina qual é a essência da adoração bíblica: agradar ao coração de Deus através da experiência vivencial da Sua Palavra!

Salmo 119:2 - Como são felizes os que obedecem aos seus estatutos e de todo o coração o buscam! A felicidade é baseada numa relação de obediência "sem reservas" e irrestrita em relação à Pessoa de Deus. Aqui temos a expressão de um relacionamento pessoal verdadeiro com Deus, de "coração para coração". A Lei é oriunda de Deus e a pessoa que a "cumpre de coração" percorre o caminho de uma vida que certamente agrada a Ele.

Salmo 119:3 - Não praticam o mal e andam nos caminhos do Senhor. Quem a pratica a Palavra de Deus não é alguém que apenas evita o erro, mas, faz aquilo que agrada ao Senhor. É aprendizado adquirido pela prática da prudência.

Salmo 119:4 - Tu mesmo ordenaste os teus preceitos para que sejam fielmente obedecidos. A grande lição deste verso está em atentarmos para o rigor e o esmero na prática da Palavra de Deus. Falamos aqui de um empenho prático sem a relativização filosófica da dos princípios ensinados por Deus em Sua Palavra.

Salmo 119:5 - Quem dera fossem firmados os meus caminhos na obediência aos teus decretos. O desejo de não se desviar da orientação de Deus é um sinal da ação Divina e uma marca inequívoca na vida daqueles que vivem na prática da Palavra de Deus. Os referidos "caminhos" são veredas estabelecidas por Deus e que têm caráter preventivo em relação ao pecado e aos pecados presentes em nossas vidas. Quando alguém demonstra o desejo de que os seus próprios caminhos sejam estabelecidos e legitimados por Deus, está demonstando uma atitude de submissão incondicinal à ação de Deus por meio da Sua Palavra.

Salmo 119:6 - Então não ficaria decepcionado ao considerar todos os teus mandamentos. Trata-se da honra que vem pela prática da Palavra de Deus. A primeira estrofe é pragmática e coloca a vivência dos ensinamentos Divinos no âmbito da "verdadeira felicidade", a cuja conseqüência está no v.6 "não ficaria decepcionado" significando não fracassar ou ter êxito na vida de acordo com a ótica de Deus. Em outras palavras, é quilo que conhecemos hoje por "testemunhar a ação de Deus" em nossas vidas. As pessoas que experimentam a Palavra de Deus em suas vidas jamais precisarão experimentar uma humilhação vergonhosa e justificável perante Ele. "Considerar os mandamentos" é o mesmo que ter os olhos fitos na Pessoa Divina! Significa termos a nossa visão pessoal e ministerial totalmente atrelada á Palavra de Deus.


Salmo 119:7 - Eu te louvarei de coração sincero quando aprender as tuas justas ordenanças. Temos aqui uma característica da adoração consciente. A experiência da verdadeira adoração decorrente da prática da Palavra de Deus. Este verso nos ensina que uma coisa leva á outra. A partícula condicional "quando" deixa clara a idéia de causa e efeito: as pessoas só podem louvar a Deus e adorá-LO com sinceridade (sem máscaras) na medida em que exercitarem o aprendizado da Palavra de Deus. A fórmula "justas ordenanças" dá a idéia clara de que os critérios de Deus são os únicos plausíveis e corretos para a orientação da vida humana.

Salmo 119:8 - Obedecerei aos teus decretos; nunca me abandones. A prática da Palavra de Deus é a garantia da Sua presença em nossas vidas. Não se trata de um medo do abandono Divino, mas, uma demonstração concreta da esperança certeira da Pessoa e da aprovação de Deus em nossas vidas!

Este Salmo fala de e para pessoas que consideram a prática da Palavra de Deus como a bênção da revelação Divina, o motivo e a orientação para uma vida de felicidade plena e o seu cumprimento como a verdadeira prosperidade mapeada e estabelecida pelos critérios do Senhor! A prática da Palavra de Deus nos liberta das censuras impostas pelo inimigo, por nós mesmo e pela institucionalização eclesiástica tão vigente nos dias atuais. Jamais deveríamos esquecer de que a Lei, ou seja, a Sua Palavra, tem origem nEle Mesmo! A prática da Palavra de Deus é simplesmente a nossa reação à Sua revelação escrita! Alguém já disse que a nossa missão consiste em refletir a ação de Deus em e através de nossas vidas! Também já foi dito que nós somos a única Bíblia que as pessoas lêem, portanto, a nossa "não prática" da Palavra de Deus implica em negar às pessoas, que não conhecem a Cristo, a oportunidade de não vê-Lo refletido em nós mesmos! A Palavra de Deus é a bússola que nos orienta a orientar às pessoas no Caminho que conduz a Ele. A Bíblia é a teologia prática das Ações de Deus!

Por Mauricio Mantovani.
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A Deus toda a Honra e Glória.
Maranata,vem Senhor Jesus Cristo.