domingo, 22 de março de 2009

-O vinho novo necessita de odres novos.

- O vinho novo necessita de odres novos
O Senhor está edificando sua Igreja de acordo aos parâmetros bíblicos, e necessitamos ter clareza de que o Senhor nos revela em sua Palavra e pelo Espírito que não temos para quê nos esforçar tratando de reformar as velhas estruturas eclesiásticas reinantes; isso é uma tarefa impossível. Todo intento de renovação não funciona simplesmente porque a edificação da Igreja é viva; a Igreja é um organismo vivo. As organizações eclesiásticas, por muito esplendorosas que se mostrem, não deixam de ser estruturas mortas que não podem conter essa vida. São recipientes velhos e rotos aptos para a dispensação da lei; e o Senhor está preparando odres novos para depositar o vinho novo (cfr. Mateus 9:14-17; Marcos 2:18-22; Lucas 5:33-39.). As dispensações da lei e da graça são incompatíveis. O que procura estabelecer sua própria justiça tratando de cumprir preceitos legais (Ro. 10:3), e não se sujeita à justiça de Deus em Cristo (Ro. 3:22; 10:4), simplesmente cai da graça (Ga. 5:4). O cristianismo voltou ao legalismo. Por exemplo, para os meros professantes da religião, o jejum já não é um ato íntimo e secreto de adorar ao Senhor (cfr. Mateus 6:16-18), senão uma prática religiosa externa e oficial, muitas vezes usado para ostentar e jactar-se não só diante dos homens senão também ante Deus.Isto tem cumprimento tanto a nível pessoal como organizacional. As caducas estruturas da igreja tradicional em suas diferentes facções, com sua bagagem de legalismo e imposições, constituem uma trincheira para a graça. A Igreja do Senhor está voltando a sua normalidade bíblica, à verdadeira vida e unidade do corpo de Cristo, às práticas do primeiro século, quando os santos "E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações" (At. 2:42). Mas a normalidade da Igreja não se conquista renovando as estruturas das igrejas tradicionais. Não se podem reformar velhas estruturas eclesiásticas; isso é uma verdadeira utopia. Desde o ano 1123 ao redor de 13 concílios "ecumênicos" não puderam renovar o catolicismo romano, por exemplo. Diz o Senhor que isso seria como pretender que um vestido velho fosse convertido em um novo simplesmente porque se enche de remendos, pois remendar um pano velho com pedaços de um novo traz como resultado a ruptura do pano velho. Por que se rompe? No original grego não diz necessariamente pano novo; mas fala de pano tosco, sem cardar (agnafos), não curtido. Um pano não passado por curtimento, é que não tenha sido golpeado, desengraxado e curtido; é um pano tosco, que ao ser molhado se encolhe, de maneira que o remendo do dito pano o tira do velho e o desgarra; então a ruptura se faz maior que antes. Assim é o evangelho do reino; é puro; é um evangelho sem tirar as asperezas, a cruz, o negar a si mesmo; é o evangelho do caminho estreito; é um evangelho que não pode servir para remendar o evangelho fácil que está se pregando. O evangelho do reino e da justiça de Deus choca-se com o evangelho mundano da prosperidade e do enriquecimento econômico; choca-se com o evangelho dos palácios e dos grandes empórios.O mesmo acontece com os odres. Os odres são couros geralmente de cabra, que, cozidos e costurados por todas as partes menos pelo correspondente ao pescoço do animal, serve para conter líquidos, como vinho e azeite. Os couros dos odres, com o envelhecimento tendem a endurecer, e, claro, vão perdendo flexibilidade, e podem romper facilmente. Esses couros velhos não resistem à força da fermentação do vinho novo. A restauração da igreja bíblica está fermentando agora em quase todos os países do mundo; e essa fermentação está produzindo grandes rupturas nas diferentes estruturas da igreja tradicional. Há milhares de irmãos que neste momento estão recebendo essa revelação do Senhor; e há deserções por em toda parte. Há muitos irmãos vencedores que estão buscando a unidade do corpo de Cristo na comunhão do Espírito de Cristo. O vencedor vê o que não vêem os demais. O vencedor faz um escrutínio cuidadoso conforme a Palavra de Deus, porque a visão espiritual deve ser conforme a as Escrituras. O vencedor examina e reflete. O vencedor não fica na superfície; em certo modo há de se penetrar no mistério do corpo de Cristo; vê-lo, vivê-lo, discerni-lo. Nós cristãos não devemos viver no temor que engendra o cumprimento de preceitos e cargas; ao crer em Jesus Cristo, Dele não temos recebido o espírito de escravidão (cfr. Romanos 8:15.). Hoje somos filhos de Deus, e devemos gozar do espírito de liberdade do Evangelho, e esse espírito de liberdade (não de libertinagem) não cabe nos velhos odres ou antigos moldes nem do judaísmo nem da igreja tradicional envelhecida com essa carga de institucionalismo, legalismo, normas, divisões, nicolaísmo e caducas estruturas.Insistimos, o Senhor está trabalhando na restauração de sua legítima Igreja; é uma porta aberta que ninguém pode fechar. Há um avanço incontido. O Senhor está derramando seu vinho novo. Mas para esse vinho novo, O Senhor necessita odres novos. Os odres velhos não servem ao Senhor. Longe está o Senhor de que se reformem as velhas estruturas religiosas. Aí está o exemplo de Jesus. Quando iniciou seu ministério não cuidou de ir ao Sinédrio revelar sua filiação trinitária divina e messiânica a Anás e a Caifás e demais dirigentes religiosos de sua nação; nem tampouco a avalizar as estruturas do judaísmo reinante; ao contrário, combateu todo aquele comércio religioso. E em vez disso, foi às praias do Lago de Genesaré e chamou a um grupo de odres novos para que neles fermentasse o vinho novo do Evangelho do Reino. Jesus não veio a renovar as estruturas do judaísmo, como agora tampouco está interessado em renovar as velhas estruturas da igreja tradicional. Jesus agora está edificando algo novo. O que na história se envelheceu, morrerá em sua velhice. Quando Jesus inicia seu ministério, nesse momento histórico, o judaísmo, com Anás e Caifás como cabeças e com suas alas de fariseus e saduceus, representavam o odre velho com seu vinho velho da lei, as obras, os tipos, as sombras, os sacrifícios e as promessas do Antigo Pacto; agora vem Cristo, marcando o fim de tudo isso, trazendo o vinho novo à graça divina e a verdadeira realidade a depositá-la em um odre novo, pois Cristo é o verdadeiro Cordeiro Pascal, o bode expiatório verdadeiro, o verdadeiro maná, o verdadeiro tabernáculo de Deus.As organizações eclesiásticas tem já seu leque de programas, métodos e práticas; uns tradicionais e outros recebidos de diferentes fontes; inclusive pode tratar-se de uma congregação que se esteja inaugurando hoje; que esteja estreando pastor, membros, edifício, púlpito, pessoas jurídicas, tudo; mas se começa tendo por base as estruturas tradicionais do sistema, essa congregação nasce sendo velha e caduca, pois essas estruturas não resistem ao autêntico vinho. Às vezes a igreja tradicional trata de remendar os furos de sua estrutura caduca com remendo de pano novo. Dá-se o caso de que às vezes até usam certa literatura dos apóstolos e mestres da restauração da igreja, mas ao usá-las mal, vêm as brechas, pois para que sejam odres novos, as organizações deveriam desaparecer.Há membros de antigas estruturas que, abandonando esse sistema corrompido, se abrem ao vinho novo do Senhor, da unidade do corpo de Cristo, do evangelho do reino, do caminho da cruz, da porta estreita, da restauração da verdadeira liderança (apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e mestres), da comunhão do Espírito, da centralidade de Cristo, etc. Todo esse precioso vinho temos no Novo Testamento, de onde bebemos pelo Espírito Santo. Cristo nos deixou com palavras claras, inequívocas. Não é o caso de tratar de unificar a igreja com o método externo e superficial de unir as diferentes organizações. Isso se contempla como a apostasia que envolve o ecumenismo. Pelo contrário, se trata de uma revelação do Senhor a nosso espírito; é a luz de Deus que se deve manifestar no amor que dá seu fruto. O ecumenismo acrescenta a obscuridade, as rivalidades, os enfrentamentos, o ódio, revive o zelo religioso. O ecumenismo pode ser papacêntrico, mas não cristocêntrico.
Postado por Irmãos em Alegrete-RS
A Deus toda a Honra e Glória devida a Ele e seu Filho Redentor,Cristo Jesus.

terça-feira, 10 de março de 2009

QUAL SERÁ A FORMA DE SEU CORPO QUANDO VOCÊ RESSUSCITAR COM CRISTO?

Texto inicial: 1°Coríntios15: 35ª58.
De fato,quando nos quando passarmos desta para a melhor(dito popular),seremos revestidos em outro corpo,com toda a certeza,seremos transformados em corpo de carne em corpo celestial.
Para mim, em minha cabeça pequena, fico me perguntando: mas como isso pode ocorrer?Fico como que anestesiado em ver tamanha grandeza este assunto que estamos tratando.
DEUS é tremendo, como pode; Imagine você, como no céu poderia habitar pessoas com corpos terrestres, como estamos vivendo agora?
Imagino eu, seria contra a vontade de Deus, pois Ele já estabeleceu a sua vontade a respeito deste fato.
A Palavra de Deus nos responde este argumento no versículo 50=Isto afirmo irmãos, que a carne e o sangue não podem Herdar o Reino de Deus, nem a corrupção herdar a incorrupção.
Não haverá maneira alguma de alguma pessoa querer herdar o Reino de Deus com este corpo, não há condição alguma, tire de sua cabeça qualquer possibilidade, pois não existe.
Nosso corpo, como diz a Palavra de Deus e corruptível, corruptível seguinifica:que pode ser corrompido,então cuidado com o corpo corruptível,cuidado.
Por outro lado, corpo incorruptível, este sim não se acaba, sabe por quê?Porque será revestido por Deus nos céus, Ele é o melhor estilista que há na face da terra, Ele nos renovara em corpo humilhado, por corpo glorificado, corpo casados, por corpo descansado Nele, Aleluia.
Irmãos, como é maravilhoso a obra que o Senhor Jesus fez em seu ministério; Maravilhoso, pois as instruções que Ele recebia de seu Pai, todas elas eram sidas executadas sem murmuração ou até por outra idéia, não, era executadas conforme a vontade do Pai.
Como é maravilhoso está obra de Deus neste texto que estamos considerando; Existe um corpo, não estamos o vendo, somente veremos e desfrutaremos somente no Reino de Deus que é o corpo celestial.
Quando Jesus ressuscitou e estava andando a caminho de Emaús,os dois homens não reconheceram que era o Cristo,até Cristo perguntou para os dois,mas o que ouve irmãos?E os dois exclamaram a Ele: mas você não soube o que aconteceu?Mataram Jesus o Rei dos judeus, você não sabia?
São muitas as incredulidades nossas em crer em Jesus Cristo ressuscitado, como estes dois.
Outra passagem que deixa claro a ressurreição de Jesus Cristo em corpo celestial, é em João 20:24ª28;Tomé, foi impetulante a negar a ressurreição de Jesus em sua face,veja bem irmão,não seria diferente se fosse comigo ou com você,nos somos incrédulos,você sabe qual o seguinificado da palavra incrédulo?É aquele que não crê.
Isso mesmo, quantos textos poderia citar sobre está frase, vejo em mim a incredulidade em não crer no que Deus diz muitas vezes para mim, meu irmão.
Oh área difícil de crer,faça uma experiência com você mesmo,quando um amigo seu lhe diz alguma coisa,você crê,vai a avante, busca e até da certo, não é mesmo?
Mas quando é o Todo Poderoso lhe fala, você pergunta a si,será que vai dar certo?Em Atos versículo 16:31,Deus diz=Crê no Senhor Jesus Cristo e será salvo,tu e tua casa.
Então, será que vamos ignorar a Palavra Profética de Deus, ou vamos crer de todo o coração?
Irmãos vamos pedir a Deus que Ele derrame em nossas vidas o crer em seu filho Cristo Jesus, ressuscitado em corpo celestial, do qual eu e você iremos desfrutar deste corpo celestial com Ele com toda a garantia,irmão.
Deus seja louvado, exaltado para todo o sempre, Amém.

Jesus respondeu: Em verdade em verdade, te digo: quem não nascer do alto não pode ver o Reino de Deus. João 3:3

Marcos Biazoli.

domingo, 8 de março de 2009

SATANÁS CONSIDERA O SERVO QUE DEUS USA.

A mutabilidade de todas as coisas terrenas.
Quão incertas são as coisas terrenas! Quão tolo é aquele crente que coloca seu tesouro em qualquer outro lugar que não nos céus! A prosperidade de Jó prometeu tanta estabilidade quanto qualquer coisa debaixo da lua pode dar. Aquele homem tinha à sua volta uma grande casa com servos, sem dúvida, dedicados e ligados a ele. Ele havia acumulado riquezas do tipo que não se desvalorizam repentinamente: ele tinha bois, jumentos e gado. Ele não precisava ir a mercados e feiras a fim de comercializar seus bens para adquirir alimento e vestimenta, pois ele praticava a agricultura em grande escala ao redor de sua propriedade e, provavelmente, cultivou ali mesmo tudo o que seu padrão de vida exigia. Seus filhos eram numerosos o bastante para prometer uma longa linha de descendentes. Sua prosperidade não precisava de nada para consolidar-se; já havia chegado ao máximo. Onde estaria o que poderia diminuí-la?
Lá em cima, além das nuvens, onde nenhum olho humano poderia ver, havia uma cena acontecendo que não prognosticava o bem para a prosperidade de Jó. O espírito do mal estava face a face com o Espírito infinito de todo bem. Uma conversa extraordinária ocorreu entre esses dois seres.
Quando chamado a contar seus feitos, o maligno gabou-se de ter passeado por toda a terra, insinuando que não havia encontrado nenhum obstáculo à sua vontade e nenhuma oposição ac seu livre mover-se e agir de acordo com seu próprio prazer. Ele caminhou por todo lugar como um rei em seu domínio, desimpedido e sem quem o desafiasse. Quando o grandioso Deus lembrou-o que havia pelo menos um lugar entre os homens em que ele, o diabo, não tinha lugar e onde seu poder não era reconhecido, a saber, no coração de Jó; que havia um homem que permanecia como um castelo inexpugnável, guarnecido pela integridade, e guardado com perfeita lealdade como a possessão do reino dos céus, o maligno, então, desafiou Jeová a testar a fidelidade de Jó, dizendo que a integridade do patriarca era devido à sua prosperidade, que ele servia a Deus e evitava o mal por motivos sinistros, pois ele achava sua conduta produtiva para si mesmo. O Deus dos céus aceitou o desafio do maligno e deu-lhe permissão de tirar todas as misericórdias que afirmava serem as colunas da integridade de Jó e de destruir todas as defesas externas e apoios e ver se a torre permaneceria em sua própria força natural sem eles. Em consequência disso, toda a riqueza de Jó se foi num dia de trevas e nem mesmo um filho foi deixado para alentá-lo.
Um segundo encontro entre o SENHOR e o anjo caído ocorreu. Jó era novamente o assunto da conversa e o Grandioso, desafiado por Satanás, permitiu que este tocasse até mesmo os ossos e a carne de Jó, até que aquele príncipe tornou-se pior do que um mendigo, até que ele, que era rico e feliz, estivesse pobre e miserável, cheio de doença da cabeça aos pés, e forçado a raspar-se com um pedaço de telha para ter um pobre alívio de sua dor.
Temos de ver nisso a mutabilidade de todas as coisas terrenas. "Fundou-a Ele [Deus] sobre os mares e sobre as correntes a estabeleceu" (SI 24.2) é a descrição de Davi desse mundo, e se ele foi fundado sobre as correntes, você deve lembrar que elas mudam com frequência. Não ponha sua confiança em nada abaixo das estrelas. Lembre-se que está escrito "mudança" em tudo o que é da natureza. Portanto, não diga: "Meu monte permanece firme: nunca será movido". O olhar de relance de Jeová pode tremer esse monte até ele se tornar pó, o toque de Seu pé pode torná-lo como o Sinai, derretê-lo como cera e torná-lo apenas em fumaça. "Buscai as coisas lá do alto, onde Cristo vive, assentado à direita de Deus" (Cl 3.1), e que seu coração e seu tesouro estejam "onde traça nem ferrugem corrói, e onde os ladrões não escavam nem roubam" (Mt 6.20).
(Extraído do capítulo 2 do livro O Homem que Deus Usa. © CCC Edições, 2001.)

A Deus toda a Honra e Glória.
Charles Spurgeon.