quarta-feira, 3 de julho de 2013

PRIMEIRO A MÁ NOTÍCIA!

 


Por causa do pecado, nós já nascemos separados de Deus. Sem uma intervenção, não podemos entrar no Céu. Isso se aplica a toda raça humana, não a você apenas.
Romanos 3:23 diz,"Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus;"
Romanos 3:10 diz,"como está escrito: Não há justo, nem sequer um."
Romanos 6:23a "Porque o salário do pecado é a morte;"
Apocalípse 21:8 "Mas, quanto aos medrosos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos adúlteros, e aos feiticeiros, e aos idólatras, e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago ardente de fogo e enxofre, que é a segunda morte."
Não existe uma cota de boas obras que nós possamos fazer para nos salvar da separação eterna de Deus.
Efésios 2:8-9 diz, "Porque pela graça sois salvos, por meio da fé, e isto não vem de vós, é dom de Deus; não vem das obras, para que ninguém se glorie."
Para estar separado de Deus para sempre, simplesmente não precisamos fazer nada. Ignorar ou rejeitar o Filho de Deus é o único pecado que pode nos impedir de sermos perdoados e a única alternativa ao céu é a tormenta em um lago de fogo . (Apocalípse 20:15, 2 Tess. 1:7-9).   
João 3:18 "Quem crê nele não é julgado; mas quem não crê, já está julgado; porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus."
Mas existe uma boa notícia!
Existe uma maneira simples e gratuita de nos reconciliarmos com Deus, que é possível graças ao Filho unigênito de Deus. Um sacrifício de sangue foi necessário para pagar por nossos pecados e Jesus foi enviado para se tornar esse sacrifício. Ele foi pregado numa cruz, e teve seu sangue vertido como o pagamento por nossos pecados. Mas 3 dias após sua morte, ele ressucitou, validando de uma vez por todas, sua condição de nosso único Salvador.   
Crer na morte, sepultamento e ressureição de Cristo é o único meio de se chegar ao Céu.
Jesus diz (João 14:6), "Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim."
João 3:16 e17 são bem claros. "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele."
A Bíblia nos ensina como sermos salvos:
Romanos 10:9-10 "Porque, se com a tua boca confessares a Jesus como Senhor, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, será salvo; pois é com o coração que se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação."
Este é o dom gratuito de Deus, porque Ele te ama.
Romanos 6:23b "mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor."
Romanos 10:13 " Porque: Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo."
Você está pronto para crer nisso agora?   Se sim, então simplesmente diga a Deus o que Ele mesmo te pediu para confessar. Você pode usar uma oração similar a esta:
"Deus, eu admito que sou um pecador e sei que não posso fazer nada para merecer entrar no Céu. Eu verdadeiramente creio que Jesus morreu numa cruz, foi sepultado e ressuscitou. Eu ponho minha fé no Seu sacrifício para pagar completamente por meus pecados."
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segunda-feira, 1 de julho de 2013

A CONTENDA!



A contenda a respeito de gostar mais de um irmão do que outro.
Foi claro, está situação em que Paulo teve que enfrentar com os irmãos de Coríntios.
Chegaram ao ponto de um ter a preferencia entre Paulo, outros de Apolo, outros de Cristo.
Hoje em dia não é diferente? Uns gostam mais da pregação do Pastor (A), outros com a pregação do Pastor (B), isso é de Deus?
Deus se agrada desta situação?
E evidente que não; Paulo chega a falar, "quem é Apolo, quem é Paulo, são servos por meio de quem crestes, Jesus Cristo, e isto conforme o Senhor concedeu a cada um.
É o Senhor que é o Primeiro plano na pregação, é Ele, Jesus Cristo e o Espírito Santo, para uma finalidade, pregarmos a Cristo e este crucificado.
Paulo, Apolo, eu e você, somos somente um mendigo falando para o outro mendigo onde há comida.
Veja que, um mendigo não fica discutindo com o outro mendigo por causa de que aquele mendigo me falou onde havia comida ou aquele outro.
Não há discussão, o que informou onde havia a comida, saiu de cena, e os outros interessados em saciar a fome, vão, recebem o alimento, comem, se saciam e estão revigorados.
Assim é conosco, devemos levar a comida ( A PALAVRA DE DEUS) aos vários mendigos espalhados em São José Rio Preto, região, e a todos os confins da Terra, sair para a  rua e anunciar a CRISTO e este CRUCIFICADO, esse alimento sacia o homem e mulher a criança o jovem o idosos.
E toda a Glória e Honra a Ele que nos achou, famintos e nos deu o PÃO que desceu do CÉU, esse é JESUS CRISTO o nosso irmão o FILHO DE ABA!
Texto no qual estudei e expus aos leitores está em I Coríntios capitulo 3.
Deus os abençoem.
O mendigo de ABA, Marcos Biazoli!

quarta-feira, 22 de maio de 2013

IGREJA - ORGANISMO OU ORGANIZAÇÃO?


Quando Cristo instituiu sua igreja, Ele tinha em mente um organismo vivo, um corpo que seria o Seu Corpo, formado por todos nós que somos os membros, sendo Ele próprio a Cabeça. Esse corpo foi criado à sua imagem e semelhança, com o objetivo de se desenvolver, atingir a maturidade e chegar à “estatura de varão perfeito, à medida da plenitude de Cristo…” (Efésios 4:13).
Como organismo é que a igreja local nasce, cresce e se multiplica em outras igrejas, assim como uma célula fecundada se transforma em embrião, em feto e depois em recém-nascido pronto para encarar a vida.
Como organismo, cada membro é um discípulo que gera outros discípulos, cada um fazendo a sua parte, seja pregando, ensinando, acompanhando, exortando, orando e corrigindo quando necessário.
Como organismo é que existe comunhão e relacionamento entre os membros, exigindo mutualidade de sentimentos e atitudes. É assim que os membros devem amar uns aos outros, suportar uns aos outros, levar as cargas uns dos outros, ajudar uns aos outros, enfim edificar uns aos outros, pois nesse corpo somos membros uns dos outros.
Como organismo, a igreja é a noiva, a lavoura e o edifício santo.
A igreja primitiva retratada em Atos 2-6 é o exemplo perfeito de um organismo vivo. Os irmãos socorriam os mais necessitados, repartindo bens e alimentos, ninguém considerando como seu aquilo que possuísse. É pena que aquele modelo não se perpetuou através dos tempos, mas foi imprescindível para aquela época e ficou registrado para as futuras gerações.
Mas a igreja também é uma organização, uma vez que, perante a lei dos homens tem que ser organizada em pessoa jurídica, com estatutos, sede, diretoria e outras exigências legais. Tem uma denominação, patrimônio, regimento interno e existência física.
Como organização é visível, local, humana, imperfeita (tem defeitos, problemas e pode até cometer erros), é temporária (pode vir a desaparecer).
Como organismo é invisível, universal, divina, perfeita (sem ruga, sem mácula) e nunca poderá desaparecer nem ser vencida pelas portas do inferno. Só desaparecerá da face da Terra quando for arrebatada na volta de Cristo.
Alguns pensam que o aspecto organizacional é um mal necessário. Na realidade, é uma condição sine qua non para existir e sobreviver no contexto onde está inserida. Por outro lado, Jesus não fundou sua igreja para ser um império político-financeiro, com poder temporal. Não estava em seus planos que um líder cristão se transformasse em chefe político, magnata gospel ou missionário milionário, como alguns pastores, nossos conhecidos, que até figuram na lista dos 10 mais da Forbes.
Mas é como organismo que Jesus deseja que sua igreja se destaque. Lá no céu não haverá organizações, denominações, templos, nem eleição de diretoria. Somente uma família na festa das bodas do Cordeiro.
Pedro Carbone Filho – Profº Seminário CACP
www.cacp.org.br

O DEUS DA HISTÓRIA.


Disse Daniel: Seja bendito o nome de Deus para todo sempre, porque dele é a soberania e a força é ele quem muda os tempos e as horas, remove os reis e estabelece os reis…
Todos os moradores da terra são reputados em nada segundo, a sua vontade ele opera no exército do céus e nos moradores da terra. Não há quem lhe possa deter a mão e nem lhe dizer: que fazes?”  Daniel 2.20,21;4.35
Seu nome era Flávius Claudius Julianus (331-363 a.D). Imperador romano desde 361 a.D., seu sonho era devolver à Roma seu brilho pagão, agora ofuscado pela glória do Cristianismo. Desde Constantino o César, diante do qual os homens se curvaram e adoravam, adorava ao Cristo. A cruz do Galileo, tornara-se maior que o trono do rei de Roma. Aquele que sob Roma morrera, sobre Roma agora reinava.
Juliano, que entraria para a história com o título de Juliano, o apóstata conhecia o cristianismo, pois toda a sua educação fora cristã. Entre seus companheiros estava o célebre Gregório de Nazianzo.
Em seu íntimo porem, Juliano contemplava o declínio do império. Quanto tempo este ainda estaria de pé? Onde estava agora a glória inigualável daquele reino que dominava todas as terras mediterrâneas e além? Os deuses de Roma, seus suntuosos templos, o culto ao imperador- tudo isto fora desarraigado pela força do cristianismo. Não seria este o motivo de sua decadência? Não seria a solução banir o cristianismo e restabelecer o paganismo romano?
Foi com estes pensamentos em mente que Juliano, no dia 19 de Julho de 362 A.D., entra em Antioquia e oferece sacrifícios no templo pagão. Logo novas medidas seriam tomadas contra os cristãos : proibição dos mesmos em ter cargos públicos, aumento de imposto, proibição aos bispos  de ensinar nas escolas. Em contrapartida esforça-se para reorganizar o paganismo, estabelecendo sacerdotes criando regras, buscando formar uma organização tão grande e firme como o cristianismo. Intentava ele livrar Roma de sua queda.
Mas poderia ele, ou qualquer outro seu sucessor alcançar êxito? Seria possível a Juliano mudar o rumo da história ? É o homem  o único artífice da história, dependendo unicamente dele os caminhos que esta vai tomar? Ou haverão outras forças por trás da cortina do palco histórico? Contende o homem somente  com seus semelhantes ou  existem outras forças além e maiores do que a dele? Além da vontade humana, existirão outras vontades que se inserem nos caminhos do homem no tempo?
Fato ou não, conta-se que no dia  26 de Junho de 363 A.D., durante  uma escaramuçada, Juliano, o apóstata, foi imortalmente ferido. Caindo então de joelhos, ergue mãos e olhos aos céus dizendo “Venceste, ó Galileo” para em seguida tombar sem vida. O sonho de suplantar o Cristianismo com o esplendor de Roma tombava com ele 113 anos depois o império receberia o golpe mortal e Juliano entra para a história como um daqueles que iludidos pensam ter em sua mão o leme do destino humano.
Quem possui, então, o leme? Há mesmo um leme? Há, sequer, um destino, um desfecho, um clímax? Há um “porque” dos acontecimentos? Há um motivo porque o mundo, a história, o tempo seguram em uma direção e não em outra? Há um sentido supra-histórico para cada evento significativo? Será possível encontrar um centro comum  que coadune todas as coisas? É a história um feixe de retas paralelas que prosseguem infinitamente sem se encontrar, ou seria ela como os raios de aro de uma bicicleta, a se cruzarem e se encontrarem no eixo?
Com certeza a maioria dos historiadores modernos protestaria veementemente contra tais possibilidades e taxariam de misticismo qualquer resposta afirmativa a estas perguntas! Há muito que a historiografia se divorciou da teologia, e desde então caminha sozinha como uma orça a recolher objetos diversos no meio-fio do tempo, mas incapaz de criar com eles qualquer coisa que faça sentido. Por mais fios que recolhe nada é tecido com ele.
Reconhecer algo mais do que a existência humana dentro dos eventos seria reconhecer Deus. E colocar Deus dentro da história é algo  que o homem definitivamente não deseja fazer. Ele se recusa a dividir seus planos com aquele. Julga poder, através de seus conhecimentos moldar todos os seus caminhos.
Deus é o Senhor da História. Homens poderosos como Mao, Hitler e Stálin se julgaram donos dos destinos. Os homens podem ir bem longe em sua rebeldia à Deus, mas só irão tão longe quanto Ele permitir. Como o mar, os homens, as nações e os reinos podem se agitar, podem com fúria destruir tudo em seu caminho. Ainda assim, jamais irão além dos limites impostos pelo Deus da história.
Ou quem encerrou o mar com portas, quando trasbordou e saiu da madre, quando eu pus as nuvens por sua vestidura e, a escuridão, por envoltório? 
Quando passei sobre ele o meu decreto, e lhe pus portas e ferrolhos, e disse: Até aqui virás, e não mais adiante, e aqui se quebrarão as tuas orgulhosas ondas? (Jó 38.8-11)
PASTOR EGUINALDO HELIO DE SOUZA
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A LAVOURA DE DEUS.


Foi o apóstolo Paulo quem usou essa figura com relação à igreja, em I Coríntios. 3:5-9 (“Eu plantei, Apolo regou, mas o crescimento veio de Deus… Nós somos cooperadores de Deus; vós sois lavoura de Deus…”). Nessa passagem ele quis dizer que a igreja é fruto da semeadura da Palavra, e esse é um trabalho de equipe – uns anunciam, outros ministram, outros cuidam, ensinam e edificam, enfim todos são trabalhadores na tarefa da evangelização. Cada um de nós é uma nova planta dessa lavoura, resultado da obra de evangelistas, pastores ou simplesmente de servos de Deus do passado e do presente.
Mas foi Jesus quem primeiro explicou o processo da semeadura. Na parábola do semeador (Mateus 13), ele nos ensinou que a igreja tem o dever de semear a Palavra em todos os corações, sem nenhuma preocupação com escolha de lugar, hora e público-alvo. Nem todos aceitarão e receberão a mensagem – o próprio Cristo reconheceu que existem corações duros, solos pedregosos e muitos obstáculos espinhosos para que a semente germine, se desenvolva e produza frutos. Humanamente falando, existem grandes possibilidades de insucesso na evangelização, mas a obra da salvação, do convencimento do pecado, não é humana – é obra do Espírito Santo. É Ele quem vocaciona, envia, direciona e completa a obra em cada coração. Portanto não há que se falar em sucesso ou insucesso, quem dá o crescimento (tanto numérico como espiritual) é o Deus, o Senhor da Seara.
A figura da lavoura também está presente em João 15, quando Jesus nos diz: “Eu sou a Videira Verdadeira, meu Pai é o Agricultor”. Nós somos apenas os ramos e, portanto, inteiramente dependentes do tronco, que é Cristo. Jesus é o Cabeça da igreja, tudo procede dEle, por Ele e para Ele. Dele vem nosso sustento. Ele é o centro da igreja. Se estivermos ligados nEle, seremos alimentados e produziremos frutos. Quando e se não produzirmos frutos, seremos disciplinados, purificados, podados e tratados para que a lavoura produza mais. Isso nem sempre é agradável para nós, mas devemos entender que a vontade de Deus é “boa, agradável e perfeita”.
Lavoura nos remete a trabalho árduo, mas também à colheita e à recompensa. Uns plantam, outros colhem, mas o fruto não pertence ao homem, e sim ao Reino de Deus. O Senhor não está só interessando em quantidade, mas também em qualidade. O crescimento da igreja deve ser horizontal e vertical ao mesmo tempo. Assim, a igreja local deve crescer em número, em santidade, em maturidade, em graça, amor e comunhão. Desta forma, somos lavoura e sementeira, mas também semeadores e, um dia, receberemos o nosso galardão das mãos do Supremo Agricultor.
Pedro Carbone Filho, profº Seminário CACP
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terça-feira, 21 de maio de 2013

UMA BREVE REFLEXÃO SOBRE O PAPEL DA MULHER NA SOCIEDADE ENQUANTO MÃE.



Fala-se muito, hoje em dia, em mulheres empresárias e mulheres executivas. Mas fala-se muito mais em filhos executores que acabam executados, pela polícia, pelo narcotráfico, pelas gangues, pelos guetos e pelos vales sombrios de um mundo desumano, frio e cruel. Gente traumatizada e famílias esfaceladas. Será que há alguma relação estreita entre uma coisa e outra? Atualmente a mulher vem alcançando posição de destaque e ocupando lugares relevantes no cenário social. Mas alguma coisa parece não estar totalmente correta. A questão é: quem faz o papel da mãe? Quem educa o filho? A babá? Os professores? Pesquisas apontam que crianças que têm aleitamento materno, que são amamentadas no seio pelas mães têm 50% menos probabilidade de desenvolver determinados tipos de doenças que aquelas amamentadas por outros métodos convencionais. Nessa época, ter uma baby-sister para cuidar dos filhos, muita das vezes, é imperioso. A verdade é que, o bem mais precioso que a mãe possui, fica aos cuidados de uma babá. Ninguém pode substituir a mãe na educação do filho. Não basta dar presentes para o filho. Você, como mãe, precisa estar presente no desenvolvimento emocional da criança. Uma mãe vale mais do que dezenas de professores. Só ela é capaz de ensinar os bons modos que o amor constrói. Um bom exemplo é mais importante do que enxurrada de informações e esse investimento na educação significa economia com psicólogos, casas de recuperação, advogados e outros instrumentos usados para amenizar o Deus-nos-acuda da carência materna. A ausência da mãe na educação dos filhos é uma das causas principais da deformação familiar em qualquer época e principalmente nos dias atuais. Nenhuma pessoa pode suprir a mãe na formação do caráter do seu filho, e somente a verdadeira mãe tem as condições de compensar o amor e a firmeza, na medida certa. Esse vazio da mãe no lar vem causando uma profunda crise de identidade nas crianças. A mãe é um modelo que estabelece um padrão centrado em princípios, para que seu filho possa imitar. A brecha causada pela falta da mãe no desenvolvimento da criança é um drama que tem proporções de tragédia. Quando falta o modelo da mãe na casa, a criança fica sem um paradigma. A harmonia do lar comumente cruza pela estrada de uma mãe que tem a cabeça arejada e o coração aquecido. Um pouco de bom senso, um pouco de tolerância e um pouco de bom humor, e você não imagina como poderia tornar agradável a sua permanência neste planeta e como tornaria mais feliz o relacionamento com os outros. O modelo de mãe nos moldes bíblicos encontra-se na UTI, em estado terminal. Muitas mulheres estão mais preocupadas com o sucesso profissional, do que a sua missão de mãe. Porém, vale a pena tentar reanimá-lo, pois não há incumbência mais significativa do que criar filhos, já que as mães têm nas mãos hoje, o destino do futuro do mundo. O salário de uma mãe é o privilégio inexprimível de criar o filho para a glória de Deus, cultivando um afeto profundo com a família, por meio da saúde emocional favorecida pelo amor integral, e transformando-o num instrumento de bênção na sociedade. Pena é, que este modelo está sendo aniquilado. Deus, salve as mães!
Pr. Nilton Severiano de Oliveira

quarta-feira, 1 de maio de 2013

PENSEM NESTE FATO.


PENSEM NESTE FATO.
Porque todas as pessoas não querem morrer?
Porque todas as pessoas não se vem dentro de uma urna funerária?
Estive pensando a respeito deste fato, em que todos nós ( com boa saúde ou não, sendo crente ou católico, sendo ateu ou espirita, sendo um religioso ou um regenerado com Cristo).
E que todos nós temos muito medo da morte, temos mais medo da morte do que um ladrão assaltando você na saída de uma agencia bancaria, ou até em uma casa lotérica.
O fato não é que o ladrão ira levar o dinheiro seu, ou o seu carro; não, e por causa de ser morto.
Oh terrível medo, temos mais medo das pessoas que estão do nosso lado do que qualquer outra coisa, seja ela, se afogar em um rio ou em alguma piscina, temos mais medo, do avião que irei embarcar nele para fazer uma viajem de ferias e pensar que possa ocorrer um erro mecânico ou até mesmo um erro humano.
Medo.
A Palavra de Deus diz em I João 4.18: NO AMOR NÃO EXISTE MEDO; ANTES, O PERFEITO AMOR LANÇA FORA O MEDO. ORA, O MEDO PRODUZ TORMENTO; LOGO, AQUELE QUE TEME NÃO É APERFEIÇOADO NO AMOR.
A Palavra de Deus e clara; se Deus colocou o amor dentro de meu coração, (veja que não é você, nem eu que produzimos amor, nós não temos capacidade e nem temos vontade de produzir o amor) é Ele que coloca e produz em nós o amor, para não mais andarmos com medo, das circunstancias da vida terrena; mas nós preocupamos com coisas deste mundo, com o que iremos almoçar hoje, jantar, como irei resolver aquele problema etc, etc; Jesus Cristo diz em Mateus 6. 25-34 a ansiosidade pela vida: POR ISSO, VOS DIGO: NÃO ANDEIS ANSIOSOS PELA VOSSA VIDA, QUANTO AO QUE HAVEIS DE COMER OU BEBER; NEM PELO VOSSO CORPO, QUANTO AO QUE HAVEIS DE VESTIR. NÃO É A VIDA MAIS DO QUE O ALIMENTO, E O CORPO, MAIS DO QUE AS VESTES? OBSERVAI AS AVES DO CÉU: NÃO SEMEIAM, NÃO COLHEM, NEM AJUNTAM EM CELEIROS; CONTUDO, VOSSO PAI CELESTE AS SUSTENTA. PORVENTURA, NÃO VALEIS VÓS MUITO MAIS DO QUE AS AVES? QUAL DE VÓS, POR ANSIOSO QUE ESTEJA, PODE ACRESCENTAR UM CÔVADO AO CURSO DA SUAS VIDA? E POR QUE ANDAIS ANSIOSOS QUANTO AO VESTUÁRIO? CONSIDERAI COMO CRESCEM OS LÍRIOS DO CAMPO: ELES NÃO TRABALHAM, NEM FIAM. EU CONTUDO, VOS AFIRMO QUE NEM SALOMÃO, EM TODA A SUA GLÓRIA, SE VESTIU COMO QUALQUER DELES. ORA, SE DEUS VESTE ASSIM A ERVA DO CAMPO, QUE HOJE EXISTE E AMANHÃ É LANÇADA NO FORNO, QUANTO MAIS A VÓS OUTROS, HOMENS DE PEQUENA FÉ? PORTANTO, NÃO ANDEIS INQUIETEIS DIZENDO: QUE COMEREMOS? QUE BEBEREMOS? OU: COM QUE NOS VESTIREMOS? PORQUE OS GENTIOS É QUE PROCURAM TODAS ESTAS COISAS; POIS VOSSO PAI CELESTE SABE QUE NECESSITAIS DE TODAS ELAS; BUSCAI, POIS, EM PRIMEIRO LUGAR O SEU REINO E A SUA JUSTIÇA, E TODAS ESTAS COISAS VOS SERÃO ACRESCENTADAS. PORTANTO, NÃO VOS INQUIETEIS COM O DIA DE AMANHÃ, POIS O AMANHÃ TRARÁ OS SEUS CUIDADOS; BASTA AO DIA O SEU PRÓPRIO MAL.
Que palavras que edificam a nossa vida; são palavras que o Espírito Santo traz ao nosso coração e descansamos, pois vemos que é Ele que cuida de cada coisa em minha na tua vida.
Se você ainda continua lutando em viver aqui na terra com os afazeres terrenos, pare, leia de novo o texto que lemos logo acima com espírito de entrega total ao Senhor, e Ele revela-ra este texto precioso em teu coração.
Dai, as coisas que você for fazer, será centralizada na vontade de Deus, coloque tudo o que você for fazer no seu dia a dia na vontade Dele, e aguarde Nele a resposta que será a Paz que repousará em nosso coração; Colossenses 3.15=  SEJA A PAZ DE CRISTO O ÁRBITRO EM VOSSO CORAÇÃO.
Medo da morte?
Ainda tu estás?
Bem, a Palavra de Deus diz em I CORÍNTIOS 15.54-55 que diz: E, QUANDO ESTE CORPO CORRUPTÍVEL SE REVESTIR DE INCORRUPTIBILIDADE, E O QUE É MORTAL SE REVESTIR DE IMORTALIDADE, ENTÃO, SE CUMPRIRÁ A PALAVRA QUE ESTÁ ESCRITA: TRAGADA FOI A MORTE PELA VITÓRIA.
ONDE ESTÁ, Ó MORTE A TUA VITÓRIA? ONDE ESTÁ, Ó MORTE, O TEU AGUILHÃO?
Jesus Cristo levou a morte a derrota, quando Ele( Jesus Cristo) morreu, vejamos mais um texto em I Coríntios 15.1-4= IRMÃOS, VENHO LEMBRAR-VOS O EVANGELHO QUE VOS ANUNCIEI, O QUAL RECEBESTES E NO QUAL PERSEVERAIS; POR ELE TAMBÉM SOIS SALVOS, SE RETIVERDES A PALAVRA TAL COMO VO-LA PREGUEI, A MENOS QUE TENHAIS CRIDO EM VÃO. ANTES DE TUDO, VOS ENTREGUEI O QUE TAMBÉM RECEBI: QUE CRISTO MORREU PELOS NOSSOS PECADOS, SEGUNDO AS ESCRITURAS, E QUE FOI SEPULTADO E RESSUSCITOU AO TERCEIRO DIA, SEGUNDO AS ESCRITURAS.
Este é o cerne do Novo Nascimento; Deus em Cristo realizou a obra consumada do calvário no corpo de seu Filho e (meu irmão) amado, fazendo nós um em sua morte e ressurreição; medo da morte, medo de um caixão onde ali estará o meu e o seu corpo, sem vida; mas com total segurança, posso afirmar que quem creu neste fato consumado na qual lemos no texto de I Coríntios 15.1-4, pode ter certeza, que nós estaremos em uma Mansão Celestial, onde poderemos estar frente a frente com o nosso Salvador, Jesus Cristo, e com o Deus que nós ressuscitou dos mortos (Aleluia), e nos fez assentar nos lugares Celestiais em Cristo Jesus; a partir deste fato, somos Dele, para Louvor e Glória Dele.
Amém.

sábado, 27 de abril de 2013

A REPETIÇÃO DA PALAVRA DE DEUS TRAZ SEGURANÇA PARA OS OUVINTES.



*Quanto aos mais irmãos meus, alegrai-vos no Senhor. A mim, não me desgosta (perder o gosto); Bíblia Corrigida: não me aborreço; e é segurança para vós outros que eu escreva as mesmas coisas.
E essencial a pregação o ensinamento do Novo Nascimento.
Não há outro ensinamento fora na Palavra de Deus que regenere o homem mergulhado no lamaçal do pecado.
Se houver, podemos afirmar na Palavra de Deus que é maligno Galátas 1.8 Mas ainda que nós ou mesmo um anjo vindo do céu vós pregue evangelho que vá além do que vos temos pregado, seja anátema (maldito).
Toda pregação que não traz em seu conteúdo o cerne do novo nascimento, rejeite, pois não há outra maneira de tratar com o velho homem se não for pelo novo nascimento.
Deixe-me fazer uma comparação: supomos que você esta ai sentado ouvindo esta mensagem, e você não tem em sua corrente sanguínea o sangue; Me diga, como você está vivo?
Não tem condição de uma pessoa viver sem o sangue que corre em suas veias diariamente; a mesma coisa irmãos, e pregar a Palavra de Deus, sem conter que o seu homem velho foi atraído no corpo de Jesus na cruz (ROMANOS 6.6), que Ele lhe crucificou (GÁLATAS 2.20), que Ele lhe fez morrer para o pecado (ROMANOS 7.4), que Ele lhe fez ressuscitar em novidade de vida (COLOSSENSES 3.4), e que Ele lhe fez assentar nas regiões Celestiais em Cristo Jesus ( EFÉSIOS 2.6) , não tem como pregar sem o conteúdo, se nós pregarmos negando estes fatos consumados estamos traindo a Cristo e levando muitas pessoas a perdição.
Em MATEUS 22.1-14 a Palavra de Deus declara: De novo, entrou Jesus a falar por parábolas, dizendo-lhes: O reino dos céus é semelhante a um rei que celebrou a (bodas :festa de casamento) de seus filho. Então, enviou os seus servos a chamar os convidados para as bodas; mas estes não quiseram vir. Enviou outros servos, com esta ordem: Dizei aos convidados: eis que já preparei o meu banquete; os meus bois e cevados já foram abatidos, e tudo está pronto; vinde para as bodas. Eles, porém, não se importaram e se foram, um para o seu campo, outro para o seu negócio; e os outros, agarrando os servos, os maltrataram e mataram. O rei ficou irado e, enviou as suas tropas, exterminou aqueles assassinos e lhes incendiou a cidade. Então, disse aos seus servos: Está pronta a festa, mas os convidados não eram dignos. Ide, pois, para as encruzilhadas dos caminhos e convidai para as bodas a quantos encontrares. E, saindo aqueles servos pelas estradas, reuniram todos os que encontraram, maus e bons; e a sala do banquete ficou repleta de convidados. Entrando, porém, orei para ver os que estavam à mesa, notou ali um homem que não trazia veste nupcial. Perguntou-lhe: Amigo, como entraste aqui sem veste nupcial? E ele emudeceu. Então, ordenou o rei aos serventes: Amarrai-o de pés e mãos e lançai-o para fora, nas travas; ali haverá choro e ranger de dentes. Porque muitos são chamados, mas poucos, escolhidos.
Neste texto, temos muitas comparações que podemos ligar com outros textos Bíblicos, mas ira alongar muito o estudo deixemos para outra oportunidade, vamos só dar uma pincelada em algumas conotações.
Jesus começa a parábola dizendo que o reino dos céus e (semelhante: da mesma qualidade) a um rei que celebrou a festa de bodas ( casamento) de seu filho ( Cristo e a igreja).
Ordenou o rei que seus servos ( eu e você) fossemos chamar os convidados ( povo do mundo) mas estes não quiseram vir.
Segunda vez o rei manda outros servos (eu e você) para convidar o povo, e ainda faz menção as comidas que já estavam prontas ( a leitura da Palavra de Deus é um banquete para a pessoa que está lendo e ouvindo).
Mas, as pessoas não deram atenção, e foram um (mundo) para o seus negócios, outros para a lavoura; as coisas que o mundo oferece, são as ciladas para não termos tempo para ouvir a Deus em sua Palavra e ter comunhão com Ele.
E o povo ficou tão irados, que agarraram os servos do rei, maltrataram e mataram eles; ( ora, não foi isso que aconteceu com Jesus)?
E rei ficou irado, e enviou o seu exercito (anjos) a exterminar aquele povo e mais, a encendiar a cidade; ( não foi isso que aconteceu com Sodoma e Gomorra, acontecera quando Ele voltar, se prepare).
Ainda, o rei da mais uma noticia aos seus servos, olha, a festa está pronta, mas os convidados não eram dignos. ( muitos serão chamados, mas pouquíssimos escolhidos, ou a Palavra está errada? Claro que não).
Mais uma ordem o rei dá aos seus servos: vão aos caminhos, encruzilhadas, convidai a todos os que acharem. ( qual é o tipo de pessoas que encontram nestes lugares? Pessoas sem rumo, bêbados, maltrapilhos etc, etc.)
E a ordem era expressa e os servos saíram, encontraram pessoas boas e mas, e a sala do banquete ( O REINO DE DEUS) ficou repleta de pessoas .
Daí entra-se o rei para comprimentar as pessoas, e encontra um convidado que lhe chama de Amigo (Judas Escariotes) como entraste aqui, sem ser lavado pelo sangue de meu Filho aspergido na Cruz por você, não, você não pode entrar; daí manda chamar os servente, que são iguais aos servos, eles fazem o mesmo trabalho, veja a conotação da palavra servo: ( pessoa que presta serviço a outrem, não tendo condição de escravo = CRIADO, SERVENTE, SERVIÇAL), daí o rei dá ordens expressas aos serventes, amarrai-o de pés e mãos, e lançai-o no fogo ardente, onde o fogo não se apaga e nem o seu verme se consome (MARCOS 9.44).
Vejam irmãos, que sem o Novo Nascimento é impossível a pessoa adentrar no Reino de Aba; Nicodemos perguntou a Jesus como ele poderia entrar no Reino de Deus, a resposta de Jesus foi clara: JOÃO 3.3 A ISTO RESPONDEU-LHES: EM VERDADE, EM VERDADE TE DIGO QUE, SE ALGUÉM NÃO NASCER DE NOVO, NÃO PODE VER O REINO DE DEUS.
Deus nos conceda espírito de sabedoria e revelação, irmão, para Honra e Glória a Cristo e este Crucificado.
Visão: Conhecer a Cristo crucificado e torná-lo conhecido, em todo lugar, por meio da Graça.
Amém.
Marcos Biazoli.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

ABBA NA TRINDADE.




A Trindade divina é composta de três pessoas distintas, mas não de três deuses. A Escritura Sagrada é monoteísta, embora o Deus bíblico se revele em caráter trinitariano: o Pai, o Filho e o Espírito Santo. A palavra trindade não é encontrada na Bíblia, todavia a realidade espiritual da Trindade se manifesta de modo pleno em muitos textos e contextos das Escrituras.
Houve um dia em que a Trindade se mostrou nitidamente aos homens.
E aconteceu que, ao ser todo o povo batizado, também o foi Jesus; e, estando ele a orar, o céu se abriu, e o Espírito Santo desceu sobre ele em forma corpórea como pomba; e ouviu-se uma voz do céu: Tu és o meu Filho amado, em ti me comprazo. Lucas 3:21-22.
Há alguma dúvida no exposto?
Ora, se Jesus é o Filho, logo ele tem um Pai. Abba é a palavra aramaica para pai e é o vocábulo vital da encarnação e proclamação do Filho. Cristo se encarnou no Jesus histórico, a fim de revelar aos filhos o amor eterno do Pai. A principal revelação do Filho é de um Pai para os seus filhos.
Abba é a primeira pessoa da Trindade na ordem das referências, não obstante a identidade do Pai, do Filho e do Espírito seja idêntica. Nenhum deles é maior do que os outros. O Pai não é anterior ao Filho e este não vem antes do Espírito. Deus é eterno e na eternidade não existe nem começo nem fim. A essência do eterno é absoluta e atemporal, destarte há só um Deus individual e indivisível, mas coletivo, como pessoas in aeternum.
“O Pai não é de ninguém – não é nem gerado, nem procedente. O Filho é eternamente gerado do Pai. O Espírito Santo é eternamente procedente do Pai e do Filho”. São eternamente “co-dependentes”. Tornando essa ideia um pouco mais simples, o que distingue os três membros é a paternidade eterna do Pai, a filiação eterna do Filho e a procedência eterna do Espírito Santo. O que é eterno não teve início, nem terá jamais um termo.
O Pai tem sido eternamente o Pai. O Filho tem sido eternamente o Filho. O Espírito Santo tem sido eternamente o Espírito Santo. Apesar dos três serem distintos em funções, como pessoas, eles são unos em essência e no eterno propósito. Há um ser único com um único intuito. A vontade de Abba e fazer a vontade do Filho. A vontade do Filho é realizar a vontade do Pai. A vontade do Pai e do Filho é cumprir a vontade do Espírito Santo. A vontade do Espírito Santo é satisfazer a vontade do Pai e do Filho.
Abba é tudo, de todos. O Filho é tudo, por todos. O Espírito Santo é tudo, para todos, e vice-versa. A Trindade, porém, em Abba é a causa, no Filho é o agente e no Espírito Santo é o objetivo. Tudo começa, continua e culmina na trilogia divina: Porque dEle, por meio dEle e para Ele são todas as coisas. Glória, pois a Ele, eternamente. Amém.
O velho mendigo do vale estreito, Glenio.

A TRINDADE FAMILIAR.





A Trindade Divina criou o ser humano como uma pessoa tridimensional, a fim de conviver numa trindade familiar. Elohim é triúno e fez o gênero humano, macho e fêmea, mas, tricotômico, composto de: corpo, alma e espírito, para viver em trivalência relacional. Este ser equilibrado deveria coexistir em comunidade humanamente afetiva.
O único lance que destoou na criação física foi a solidão. Apesar de Deus ser exclusivo e indivisível, Ele se manifesta em três pessoas. Não há exílio na dimensão metafísica. O ser Divino é singular e coletivo, ao mesmo tempo. Deus é individual em sua essência e social em sua comunicação. No céu há um ser unitário, mas, também, não solitário. A Trindade é a unidade do anseio coletivo.
Nada pode ser maior do que três pessoas vivendo em plena comunhão. A conciliação das vontades é imensamente maior do que uma única vontade absoluta. Ser três pessoas agindo em irrestrita sintonia tem uma dimensão infinita e mais significativa do que ser uma pessoa com sua vontade soberana agindo por conta própria. O mistério da triunidade fala da onipotência demonstrada no concerto eterno do pluralismo volitivo. Um Deus em três pessoas com uma só vontade.
A coesão Triúna propõe a integridade da pessoa humana e a conexão da família. Antes de o pecado entrar na história da humanidade, Elohim, o Deus trinitário, instituiu a vida em família. O molde familiar é a própria concordância da Trindade. O Pai, o Filho e o Espírito Santo são arquétipos transcendentais da coerência relacional entre a paternidade, a maternidade e a prole.
A família é o plural do sujeito ou o coletivo da pessoa. Assim como na Trindade, a vida do lar deveria se ajustar pelo acordo das vontades. O problema foi o pecado. O egoísmo tomou conta das personalidades e a comunhão desandou em contestações. Instaurou-se a confusão dos desejos e o caos social.
A vida doméstica que, em tese, seria uma orquestra sinfônica, acabou, no final das contas, descompassada e desafinada. O conflito das vontades tornou-se a regra do jogo. Agora, o consenso familiar é uma conquista complicada. Viver em união é algo complexo que exige combinações constantes de todos os membros. As vontades obesas não conseguem se encaixar em lugares apertados, além do que, conciliar é uma das artes mais difíceis para a sobrevivência social. Uma família unida é coisa rara, e, viver, com o mínimo de atrito, é das artes mais difíceis, exigindo perícia e paciência.
Mas a lei da unidade deve ser definida assim: “viva de tal maneira que, se todas as pessoas fossem como você e todas as vidas fossem vividas como a sua, a terra seria um paraíso”. Portanto, não há opção: a cruz é o único passaporte do ego. A morte do egoísmo é a sentença e a ressurreição em vida nova, a chance. Não eu, mas Cristo é a solução definitiva para a família.
O velho mendigo do vale estreito, Glenio.

sábado, 6 de abril de 2013

VOCÊ ESTÁ CERTO DE QUE QUER SER ENCHIDO COM O ESPÍRITO SANTO?

Depois de o indivíduo se convencer de que quer ser enchido com o Espírito Santo costumo fazer estas perguntas:

Você está certo de quer ser possuído por um Espírito que, sendo puro, gentil e sábio e amorável, insistirá com você por ser o Senhor de sua vida?

Está certo de querer que sua personalidade, seja tomada por Um que exigirá obediência à Palavra?

Está disposto a não tolerar em sua vida, nenhum dos pecados do ego: egocentrismo, indulgência própria (ou comodismo)?

O qual não permitirá pavonear-se nem gabar-se nem exibir-se?

O qual tomará de suas mãos o leme de sua vida, e reservará para Si o soberano direito de pôr você à prova e discipliná-lo?

O qual o privará de muitas das suas predileções, que secreta e sorrateiramente prejudicam a sua alma?

Se você não puder responder a estas perguntas com um sincero nítido SIM, é claro que você não está querendo ser enchido. Você pode estar querendo emoção ou a vitória, ou o poder, mas não estará querendo realmente ser enchido com o Espírito. O seu desejo é talvez pouco mais do que uma franca vontade, e não suficientemente puro para agradar a Deus, o qual exige tudo ou nada.
E outra vez pergunto: Você está certo de quer ser enchido com o Espírito Santo?
A. W. Tozer

sexta-feira, 5 de abril de 2013

O CRISTÃO E A PROPOSTA DO MUNDO.


         


Satanás, de forma obstinada, sempre trabalha para impedir o testemunho do povo de Deus. Transformando-os em escravos de Faraó no Egito, que tipifica a opressão do mundo e de seu príncipe. Deu-lhes muitas ocupações para que não tivessem tempo para comunhão com Deus. Rugiu ferozmente quando Moisés anunciou o resgate que Deus operaria e aumentou a opressão. Sabendo que não podia lutar contra Deus, usou Janes e Jambres para imitarem os sinais divinos. Para que, através da confusão, pudesse impedir o avanço da obra do Senhor. Imitou por algumas vezes, mas falhou quando a essência da autoridade divina era exigida. E seus servos exclamaram: Isto é o dedo de Deus (Êxodo 8. 16.19).
Obstinado, passou a permitir que o povo adorasse a Deus, desde que este ficasse no (Êxodo 8.25). Opondo-se a uma separação entre o povo de Deus e o mundo. Uma tática eficaz para seus projetos. Depois tentou conciliar, permitindo que o povo saísse  desde que não fosse longe (Êxodo 8.28). Ao ver-se acuado, passou a exigir que os filhos ficassem no Egito (Êxodo 10.8-9). E, ainda que o  povo fosse, mas que seus bens ficassem no Egito, a serviço de Faraó (Êxodo 10.24). Mas o chamado de Deus foi claro: Um caminho de três dias para longe do Egito (Êxodo 3.18). A travessia do Mar Vermelho, num claro rompimento com tudo que pertencesse ao Egito. O caminho pelo  deserto, onde Deus seria tudo em todos. E o destino? Além do Jordão... Canaã.
Três mil anos se passaram, mas Satanás usa as mesmas armas, agora contra o Corpo de Cristo na terra que é a sua noiva santa sem macula, comprada pelo sangue do cordeiro (Cristo). Mas o propósito de Deus é o mesmo: Um povo seu, separado, Santo. (I Pedro 2.9; II Coríntios 6.17) Satanás usa o mundo para sufocar o tempo e os valores de quem professa seguir a Cristo. Fazendo com que muitos sejam cristãos de mente e pagãos de comportamento. Aquele que segue a Cristo está morto para  o mundo e o mundo morto para o mundo e o mundo e o mundo morto para ele (Gálatas 6.14). O mundo escolheu a Barrabás e mandou Jesus à Cruz e oferece o mesmo a quem, de fato, segue a Cristo. O cristão mostra-se infiel a Cristo na mesma proporção que tem comunhão com o mundo. A sensibilidade viva da natureza divina, presente em seus servos, recua perante a manifestação das trevas. O mundo é tudo aquilo que não é do Pai. (I João2.15-17).
O recurso usado pelos magos do Egito, a imitação, é, ainda hoje, uma das armas mais eficazes de Satanás. Formando um batalhão de pessoas professando fé, mas com práticas traidoras ao Evangelho. Cheios de doutrinas, tendo aparência de piedade, mas negando sua eficácia. ( II Timóteo 3.5). Que aprendem sempre, mas nunca chegam ao conhecimento da verdade. ( II Timóteo 3.7). E como Janes e Jambres resistiram a Moisés, assim também estes resistem a verdade. Sendo homens corruptos de entendimento e réprobos quanto à fé ( II Timóteo 3.8). Transitando no meio da igreja, convencem a muitos que não é necessário irem muito longe do mundo. Tentando servir a dois reinos, são mestres que encontram muitos para lhes dar ouvidos (II Timóteo 4.3). Normalmente seus filhos não escapam das garras do inferno e seus bens servem para nutrir o reino inimigo. Se não estamos dispostos a ir longe, é melhor não partirmos. A saudade do Egito virá ( Números 11.4-5). E o maná do céu ( Jesus) nunca nos satisfará plenamente (Números 11.6). Satanás obteve forte êxito em aliciar as multidões professas.
O cristianismo atual reflete a realidade do sentido da palavra Ladicéia que é “ a opinião da maioria” ou a de Pérgamo, que é “casamento com o mundo”. Mas o Senhor tem reservado um povo assentado nas regiões celestiais em Cristo ( Efésios 2.6). Quem ama e busca as coisas do alto e rejeitam as que são da terra ( Colossenses 3. 1-2). Que está com suas lâmpadas acesas aguardando a volta do noivo. Aleluia!

Este texto foi inspirado no livro “ Notas sobre o Pentateuco, Estudo sobre o livro de Êxodo, CH Mackintosh, Edt. Depósito de literatura cristã.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

A QUESTÃO DA PERGUNTA DO JOVEM RICO QUE FOI ATÉ JESUS.



Na questão do jovem rico que veio até Jesus, no Livro do Evangelho de Marcos 10.17à22, fazendo minha devocional pela manhã, o Espírito Santo me chamou a atenção ao fato deste jovem, um simples jovem, mas rico de bens materiais.
Jesus estava ensinado o povo, e havia acabado de abençoar o povo e seus discípulos nos versos anteriores; Jesus também abençoou as crianças; mesmo que os discípulos a barraram quando iam ter com Jesus; não e maravilhoso, Jesus chamava a atenção até das crianças.
E admoestou os seus discípulos e as pessoas que estavam ao seu redor, que: quem não receber uma criança para ensina-la, instruí-la no caminho do Senhor, não recebera o Reino de Deus 10.15v.
Prestem atenção, façam a experiência; quando você está educando uma criança, mesmo que ela esteja fazendo bagunça, pois e de seu feitio, ela está prestando muita atenção no que você está falando, ela está de anteninha ligada.
Mas a questão é o jovem rico; ele viu Jesus pregando, e saiu correndo, pensou consigo mesmo, há e a minha oportunidade de ir falar com o Bom Mestre, ah, eu irei até Ele; e ele saiu correndo, chegou próximo da multidão, foi abrindo a brecha para estar de frente com Jesus, e chegou, chegou e creio eu, que sua pergunta já estava engatilhada: e ele pergunta afirmando: Bom Mestre; opa, Jesus, já pensou logo, vejo que este jovem quer se justificar, mas Eu irei conversar com ele; Jesus já responde de prontidão: jovem, olhe, Bom só tem um, que é Deus; Jesus primeiramente respondeu a questão do Bom Mestre, não a questão: que farei para herdar a vida eterna, que seria a segunda; Jesus trabalha na questão ponto por ponto na vida dele, e a primeira e Bom Mestre, e a resposta foi muito bem respondida, como mencionei logo em cima.
Jesus tratando da questão do Bom Mestre, passou para a segunda questão, que é: Sabes os mandamentos: não matarás, não adulterarás, não furtarás, não dirás falso testemunho, não defraudarás ninguém, honra a teu pai e a tua mãe.
Fico imaginando a mente deste jovem, imagino que ele pensou: ah, isso o que o Mestre me está mandando fazer, eu faço desde a minha meninice, vou tirar de letra.
E ele, o moço, chega a Jesus e diz: Mestre, tudo isso tenho observado desde a minha juventude; Viu a resposta, a justificação? Quem não iria se justificar diante de Jesus a esse ponto? Todos, isso aconteceu e acontece até hoje; Mas, Jesus e louco de paixão pelo pecador, Jesus, quer este pecador de qualquer forma, e tão simples; Sabes como? Creia somente em Jesus Cristo, e  seu sacrifício final e cabal a toda a humanidade, ninguém nesta face deste mundo, pode negar o que Jesus Cristo fez por toda a humanidade em que Deus a criou; Até hoje, se estudam sobre Jesus, como nasceu, como viveu, como foi a sua adolescência, como foi o seu estudo, como pode se sobressair acima de seus mestres, e de onde vinha tão Sabedoria, como se intitulou Filho de Deus, como foi crucificado, morto, ressuscitou, como? Hoje em dia, se questiona muito sobre este fato, mas vejam, as Escrituras Sagradas, a Bíblia, a própria voz de Deus, diz tudo, responde as questões que tais doutores, teólogos, cientistas, arqueólogos procuram a muito tempo, e estão procurando; Temos as Escrituras, Graças a Deus, pois Ela diz a respeito de uma Trindade, do Pai, do Filho e do Espírito Santo, creia, creia somente o que está escrito, Deus pelo Espírito Santo e que revela, paremos de buscar questões que não leva a nada, sim levará, para o inferno se você não crer, e partir deste mundo, daí pode ser tarde demais, você tinha toda a oportunidade de crer em Cristo e este crucificado, mas ficou ocupado demais, em outras questões, pare agora, e creia no que Jesus Cristo lhe atraiu em seu corpo na cruz, lhe crucificou, lhe fez morrer, lhe ressuscitou e lhe deu Vida, Vida em abundancia, Vida Eterna.
Na questão do jovem rico, vemos onde o seu coração estava, vemos mesmo hoje onde o nosso coração está.
Vamos prosseguir no que Jesus disse ao jovem rico: Jesus, no verso 21, diz: fitando, olhando o amou, que expressão linda  irmãos, Jesus olhou para o jovem e o amou, não o censuro, não o repreendeu, mas o amou, e disse: Só uma coisa te falta, vai, vende tudo o que tens, dá-o aos pobres e terás um tesouro no céu; então, vem e segue-me.
Quão doce é o Senhor Jesus Cristo, Ele é um verdadeiro cavalheiro, Ele deu uma boa dica, uma dica celestial, de um tesouro que nunca iria se estragar, enferrujar, em que ladrões iriam roubar, não; Jesus disse bem claro a ele, vende tudo o que tens, porque? Para ver se de fato o jovem teria entendido o que Jesus havia dito a ele, para ver se de fato ele amava o Senhor ou as coisas deste mundo; Mas, o jovem se retirou, ficou triste, porque era dono de muitas propriedades.
Jesus ficou decepcionado? Creio eu que sim, já de antemão, Jesus já saberia que o jovem iria preferir continuar a sua vida de Playboy do que vender tudo, dar a os pobres e seguir a Jesus; Imagino eu, o que se passou pela cabeça do jovem, quando Jesus disse, depois vem e segui-me; Imagino, eu vender tudo, ele não sabe o quanto custou, quanto trabalho, quanto suor para ter tudo o que tenho hoje e vender a preço de banana e doar aos pobres; não, não irei fazer isso; Alem do mais, o que Jesus teria de bom para me oferecer em troca? Ele não tem nem onde dormir, eu em, não irei fazer o que Ele está me pedindo não; Quer dizer, a sua artimanha de vir a Jesus e falar com Ele e pensar em persuadi-lo em ganhar uma entrada no Reino de Deus, seria fácil, fácil; Se enganou totalmente; E quantas pessoas estão sendo enganadas e enganando no meio religioso, se iludindo com pregações de prosperidade, de pregações de fazer um voto a deus para ganhar a casa própria, de jejuar para ganhar alguma coisa de deus; Meu povo, de Deus não se zomba (Gálatas 6.7): Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear isso também ceifará. 
Que o ensinamento de Jesus neste texto do jovem rico, seja fato em nossas vidas; Que possamos aprender de Cristo, e ser auxiliado, socorrido pelo Espírito Santo, pois, melhor aprendizado é sem duvida o Celestial, de onde não há sombra de duvidas: Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das Luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudanças. Epístola de Tiago 1.17
Que Deus nos fale no mais profundo de nosso ser, que Ele nos revele mais e mais das insondáveis riquezas de Cristo (Efésios 3.8b) O Evangelho das insondáveis riquezas de Cristo.
Deus o abençoe ricamente.
A Trindade Santa, toda a Honra, Glória, Domínio, pelo séculos do séculos Amém.
Servo de Deus: Marcos Antonio Leite Biazoli.

sexta-feira, 29 de março de 2013

CRISTÃOS NUNCA DEVEM USAR PALAVRAS DURAS?



Com os lobos, você atira; com as ovelhas, você chora. É assim que funciona. Deixem-me dar a vocês um exemplo de Jesus. O meu ponto aqui é que muitos de nós se tornaram mundanos. Ser “mundano” não é apenas dizer certas palavras. Ser “mundano” muitas vezes significa que você não tem coragem, não fala a verdade. Mundanismo é dizer: “Bem, se alguém foi ofendido, nós devemos pedir desculpas”. Talvez eles devessem ter sido ofendidos! Nós adoramos um cara que foi assassinado! A cruz é uma ofensa! E, se ela não é proclamada de maneira ofensiva algumas vezes, então nós podemos ser falsos mestres.
Isto é o que Mateus 23 registra de Jesus. Apenas ouçam isto! E ponham: “batistas”, “episcopais”, “presbiterianos”, “reformados”, “calvinistas”, “evangélicos”…
Nós estamos tão acostumamos a ouvir Jesus derrubar os fariseus, que dizemos: “Isso! Pega eles, Jesus!” Cada um de nós, em vários graus, é um fariseu. Somos hipócritas religiosos, convencidos de nossa própria justiça por causa daquilo que fazemos e daquilo que não fazemos, em vez do que Jesus fez por nós. E, toda vez que lemos um verso sobre os fariseus, precisamos saber que eles eram os “caras da Bíblia”, Eles eram os defensores da Interpretação Literal e da Inerrância, os homens sérios, devotados, corajosos, bíblicos, aqueles que perpetuaram as Escrituras. E muitos de vocês já foram culpados da mesma coisa, e adoram quando Jesus bate nos fariseus, e não entendem que vocês estão no time deles! Alguns de vocês enforcariam Jesus por beber, e por andar com gente que não tem a sua qualificação social.
Quando nós lermos estes versos, ponha você mesmo, sua igreja, seu time teológico, sua denominação, na posição dos fariseus, e você entenderá por que eles responderam tão vigorosamente.
Mateus 23.13: “Ai de vós, escribas e fariseus, HIPÓCRITAS…”
Essa é uma palavra grande!
“…porque fechais o reino dos céus diante dos homens…”
Vocês estão tão preocupados em falar das pessoas contra quem vocês são, das coisas contra as quais vocês são, que esquecem de conduzir pessoas a Jesus. Vocês não fazem a obra de um evangelista, vocês estão fazendo a obra de um terrorista! Outras pessoas estão edificando ministérios, pessoas e igrejas, e o seu trabalho é explodi-las! Vocês batem a porta do Reino de Deus na cara das pessoas!
“…pois vós não entrais, nem deixais entrar os que estão entrando! Ai de vós, escribas e fariseus…”
E batistas, e presbiterianos, e luteranos, e episcopais, e arminianos, e calvinistas, e evangélicos! Ai de vocês, hipócritas!
“…porque rodeais o mar e a terra para fazer um prosélito…”
Vocês fazem um convertido!
“e, uma vez feito, o tornais filho do inferno duas vezes mais do que vós! Ai de vós, guias cegos…”
Cegos! Pessoas que memorizam o Pentateuco inteiro!
“…guias cegos, que dizeis: Quem jurar pelo santuário, isso é nada; mas, se alguém jurar pelo ouro do santuário, fica obrigado pelo que jurou! Tolos e cegos!”
Mas Jesus não disse para não chamar as pessoas de tolas? Sim, Ele disse. E nós devemos chamar apenas os tolos de tolos. Fazer isso requer discernimento.
“Pois qual é maior: o ouro ou o santuário que santifica o ouro? E dizeis: Quem jurar pelo altar, isso é nada; quem, porém, jurar pela oferta que está sobre o altar fica obrigado pelo que jurou. Cegos!”
“Você não pode me chamar de cego. Eu fui ao seminário!”
“Pois qual é maior: a oferta ou o altar que santifica a oferta? Portanto, quem jurar pelo altar jura por ele e por tudo o que sobre ele está. Quem jurar pelo santuário jura por ele e por aquele que nele habita; e quem jurar pelo céu jura pelo trono de Deus e por aquele que no trono está sentado. Ai de vós, escribas e fariseus, HIPÓCRITAS, porque dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho…”
Vocês dão dízimo até do restinho das especiarias! São devotados assim, legalistas assim! Vocês são comprometidos assim com o seu legalismo, a sua religião, a sua justiça própria, a sua lista de tarefas!
“e tendes negligenciado os preceitos mais importantes da Lei: a justiça, a misericórdia e a fé; devíeis, porém, fazer estas coisas, sem omitir aquelas! Guias cegos, que coais o mosquito e engolis o camelo!”
Culpados… enquanto condenam outros.
“Ai de vós, escribas e fariseus, HIPÓCRITAS, porque limpais o exterior do copo…”
Vocês são bonitos. Moças, vocês se maquiam. Rapazes, vocês arrumam o cabelo. Vocês abotoam a camisa e a põem dentro da calça. Vocês parecem maravilhosos para todo mundo, exceto para Deus, que vê o coração.
“…mas, por dentro, estão cheios de rapina e intemperança! Fariseu cego, limpa primeiro o interior do copo, para que também o seu exterior fique limpo! Ai de vós, escribas e fariseus, HIPÓCRITAS, porque sois semelhantes aos sepulcros caiados, que, por fora, se mostram belos, mas interiormente estão cheios de ossos de mortos e de toda imundícia! Assim também vós exteriormente pareceis justos aos homens…”
“Oh, impressionante! Ele memorizou versículos! Ele leu livros, até prestou atenção às notas de rodapé! Que gracinha!”
“…mas, por dentro, estais cheios de hipocrisia e de iniqüidade. Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque edificais os sepulcros dos profetas, adornais os túmulos dos justos e dizeis: Se tivéssemos vivido nos dias de nossos pais, não teríamos sido seus cúmplices no sangue dos profetas!
Jesus está dizendo que há uma propensão dos que têm tendências farisaicas de ler a Bíblia e dizer: “Que pena que eu não estava lá; as coisas teriam sido diferentes. Eu queria ter sido Adão, eu queria ter sido Eva. Eu queria ter sido Judas; eu não teria feito aquilo.”
Não, você teria feito pior! E eu também.
“… Assim, contra vós mesmos, testificais que sois filhos dos que mataram os profetas. Enchei vós, pois, a medida de vossos pais. Serpentes, raça de víboras! Como escapareis da condenação do INFERNO?”
Esses caras são frequentadores de igreja, ensinam na escola dominical, memorizam livros da Bíblia, têm mestrado em teologia, escreveram livros, deram sua vida para ensinar a Escritura… E Ele diz: “De que jeito poderíamos salvar vocês do inferno?”
“Por isso, eis que eu vos envio profetas, sábios e escribas. A uns matareis e crucificareis; a outros açoitareis nas vossas sinagogas e perseguireis de cidade em cidade; para que sobre vós recaia todo o sangue justo derramado sobre a terra, desde o sangue do justo Abel…”
Nós todos estamos no legado de Caim.
“…até ao sangue de Zacarias, filho de Baraquias, a quem matastes entre o santuário e o altar.”
Jesus atira nos lobos. Jesus atira nos lobos. Alguns de vocês ficam muito frustrados porque querem ser tratados como ovelhas. Mas o problema é que agem como lobos. Alguns de vocês ficam muito preocupados quando um pastor, líder ou ministro atira em alguém. Você diz:
“Não devemos atirar em ninguém, nós devemos amar.”
Nós devemos amar as ovelhas. E devemos atirar nos lobos, porque amamos as ovelhas.


Pastor: Mark Driscoll.

AFINAL, O QUE ESTÁ ERRADO COM A TEOLOGIA DA PROSPERIDADE?



Apesar de até o presente só ter melhorado a vida dos seus pregadores e fracassado em fazer o mesmo com a vida dos seus seguidores, a teologia da prosperidade continua a influenciar as igrejas evangélicas no Brasil.

Uma das razões pela qual os evangélicos têm dificuldade em perceber o que está errado com a teologia da prosperidade é que ela é diferente das heresias clássicas, aquelas defendidas pelos mórmons e "testemunhas de Jeová" sobre a pessoa de Cristo, por exemplo. A teologia da prosperidade é um tipo diferente de erro teológico. Ela não nega diretamente nenhuma das verdades fundamentais do Cristianismo. A questão é de ênfase. O problema não é o que a teologia da prosperidade diz, e sim o que ela não diz.
  • Ela está certa quando diz que Deus tem prazer em abençoar seus filhos com bênçãos materiais, mas erra quando deixa de dizer que qualquer bênção vinda de Deus é graça e não um direito que nós temos e que podemos revindicar ou exigir dele. 
  • Ela acerta quando diz que podemos pedir a Deus bênçãos materiais, mas erra quando deixa de dizer que Deus tem o direito de negá-las quando achar por bem, sem que isto seja por falta de fé ou fidelidade de nossa parte.
  • Ela acerta quando diz que devemos sempre declarar e confessar de maneira positiva que Deus é bom, justo e poderoso para nos dar tudo o que precisamos, mas erra quando deixa de dizer que estas declarações positivas não têm poder algum em si mesmas para fazer com que Deus nos abençoe materialmente.
  • Ela acerta quando diz que devemos dar o dízimo e ofertas, mas erra quando deixa de dizer que isto não obriga Deus a pagá-los de volta.
  • Ela acerta quando diz que Deus faz milagres e multiplica o azeite da viúva, mas erra quando deixa de dizer que nem sempre Deus está disposto, em sua sabedoria insondável, a fazer milagres para atender nossas necessidades, e que na maioria das vezes ele quer nos abençoar materialmente através do nosso trabalho duro, honesto e constante.
  • Ela acerta quando identifica os poderes malignos e demônicos por detrás da opressão humana, mas erra quando deixa de identificar outros fatores como a corrupção, a desonestidade, a ganância, a mentira e a injustiça, os quais se combatem, não com expulsão de demônios, mas com ações concretas no âmbito social, político e econômico.
  • Ela acerta quando diz que Deus costuma recompensar a fidelidade mas erra quando deixa de dizer que por vezes Deus permite que os fiéis sofram muito aqui neste mundo. 
  • Ela está certa quando diz que podemos pedir e orar e buscar prosperidade, mas erra quando deixa de dizer que um não de Deus a estas orações não significa que Ele está irado conosco. 
  • Ela acerta quando cita textos da Bíblia que ensinam que Deus recompensa com bênçãos materiais aqueles que o amam, mas erra quando deixa de mostrar aquelas outras passagens que registram o sofrimento, pobreza, dor, prisão e angústia dos servos fiéis de Deus.
  • Ela acerta quando destaca a importância e o poder da fé, mas erra quando deixa de dizer que o critério final para as respostas positivas de oração não é a fé do homem mas a vontade soberana de Deus.
  • Ela acerta quando nos encoraja a buscar uma vida melhor, mas erra quando deixa de dizer que a pobreza não é sinal de infidelidade e nem a riqueza é sinal de aprovação da parte de Deus. 
  • Ela acerta quando nos encoraja a buscar a Deus, mas erra quando induz os crentes a buscá-lo em primeiro lugar por aquelas coisas que a Bíblia constantemente considera como secundárias, passageiras e provisórias, como bens materiais e saúde. 
A teologia da prosperidade, à semelhança da teologia da libertação e do movimento de batalha espiritual, identifica um ponto biblicamente correto, abstrai-o do contexto maior das Escrituras e o utiliza como lente para reler toda a revelação, excluindo todas aquelas passagens que não se encaixam. Ao final, o que temos é uma religião tão diferente do Cristianismo bíblico que dificilmente poderia ser considerada como tal. Estou com saudades da época em que falso mestre era aquele que batia no portão da nossa casa para oferecer um exemplar do livro de Mórmon ou da Torre de Vigia...
Reverendo: Augustus Nicodemos Lopes.
http://tempora-mores.blogspot.com.br/